NESTA SEGUNDA-FEIRA (17/02/2020) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - AVENIDA HENRIQUE GREGORI (BAIRRO/SHOPPING) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 - AVENIDA HENRIQUE GREGORI (SHOPPING/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - RUA JOSÉ BONIFÁCIO X RUA 1º DE MAIO (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H.

 

A Câmara Municipal de Trabiju instaurou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a conduta do prefeito Maurílio Tavoni Júnior, o Juca (MDB), acusado de utilizar dinheiro público para contratar um show pirotécnico realizado na virada do ano de 2016/2017, período em que ainda não tinha oficialmente tomado posse para o terceiro mandato à frente do Poder Executivo.

De acordo com a denúncia, o show teria ocorrido no dia 31 de dezembro de 2016, véspera da posse de Juca Tavoni, em uma propriedade particular, mas foi pago pela Prefeitura de Trabijú.

Juca já havia sido prefeito de Trabiju por dois mandatos (2005-2012). Em 2016, ele disputou o cargo pela terceira vez e venceu as eleições.

A contratação para a queima de fogos custou cerca de R$ 8 mil. O valor foi empenhado pela Prefeitura no dia 2 de janeiro. O funcionário responsável pelo pagamento, no entanto, só foi nomeado oficialmente para a função no dia 4 de janeiro – dois dias depois de assinar a nota. Ele também é investigado numa ação civil pela Ministério Público. 

Prefeito reconhece erro

Em entrevista ao Jornal da Morada, Juca reconhece o erro, mas afirma que a Câmara abriu a Comissão apenas para desgastar o governo. “Realmente houve essa queima de fogos, mas não foi particular, foi para a população de Trabijú. Foi num terreno vizinho a chácara do meu pai, fornecido por um colega nosso. Infelizmente a gente soltou mesmo, mas foi um erro. A gente reparou o município, os cofres públicos. A gente vai responder, pois já está no Ministério Público. Tá em andamento, mas infelizmente, como é um ano político, a Câmara resolveu fazer isso visando as eleições municipais”, disse o prefeito. 

Para o prefeito, a apuração está contaminada pelo processo eleitoral. “Realmente houve um equívoco nosso, a gente errou e está respondendo ao Ministério Público. Um prefeito é passível de erro, mas a Câmara está agindo de má fé porque lá tem candidatos contra o prefeito”, completou.



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