NESTA SEXTA-FEIRA (13/12) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 – Rua Rui Barbosa (CENTRO/BAIRRO) vELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 40 kM/H; 

RADAR 2 – Avenida Francisco Pereira Lopes (usp/ shopping) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 3 – Rua Miguel Petroni (rodovia/centro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

Escolas Municipais de Ibaté promoveram o envio de bonecas para a África, em comemoração ao Dia da Consciência Negra, que visa celebrar a luta pela igualdade. Em outubro de 2019, em apenas duas semanas, professores se uniram nas reuniões de HTPC’s nas Escolas Municipais Bruna Espósito e Ruth Zavaglia Gomes, junto à coordenadora pedagógica Osmara Barbano Claudino, para confeccionarem 50 bonecas que foram enviadas para Malawi, na região de Lulwe.

As bonecas chegaram às crianças através do jovem ibateense chamado Luis Henrique Barbano, que está realizando trabalhos voluntários naquele país. Ele ressaltou que todos se emocionaram bastante com a entrega das bonecas. “Como explicar o que estou sentindo? Segurando em meus braços uma nação tão necessitada de amor e carinho. Uma terra de mulheres guerreiras, de crianças que dividem o pouco que tem”, contou emocionado.

Luis conta que mesmo em meio a pobreza, a alegria é rica no sorriso de cada mulher. “Elas cantam em meio à fome. Não se importam em dançar e cantar com um bebê nas costas. Nada é tão grandioso quanto fazer algo pra Deus com alegria”, relatou.

O jovem ressalta que mesmo sem chinelos nos pés e roupas rasgadas, deram o melhor que tinham para recebe-los.
“Não tenho palavras para expressar o quanto aprendi a amar, importar-se e alegrar-se com esse tempo no Malawi”, afirmou.

O projeto “Costurando Sonhos” é aliado ao “Africanidade” e desenvolvido nas creches municipais que apoiam crianças na África, tendo o objetivo de promover o brincar, a autoestima e a proteção de crianças em vulnerabilidade.

A boneca é uma maneira de resgatar a autoestima das mulheres negras da África, principalmente das crianças, em um lugar onde não há saneamento básico, energia elétrica, emprego, e ainda são fortemente hostilizadas por um padrão de beleza exigido pelo mundo.

Através da brincadeira, a menina faz uma identificação com a boneca, já que elas têm o mesmo tom de pele, roupas e cabelinhos bem parecidos. Para que isso aconteça de forma mais consistente, o projeto doa junto com a boneca, um vestido, enfeite de cabelo e calcinhas. “A boneca usa calcinha e é através dela que abordamos assuntos como higiene e abuso sexual. Assim, ressaltamos que essa região precisa ser cuidada e protegida”, ressaltou Osmara Barbano.

Toda a produção é realizada por professoras voluntárias das Escolas Municipais Bruna Espósito e Ruth Zavaglia Gomes. “Para elas é um tempo de terapia em forma de brincadeira, um retorno às histórias de infância e o fortalecimento de vínculos de união e amizades. Ressaltamos o fundamental apoio das diretoras Joselaine Spilla e Ana Lúcia Perucchi Grazziano”, agradeceu a coordenadora.

O projeto também conta com o apoio do prefeito José Luiz Parella, que, devido ao sucesso, pretende dar maior apoio no próximo ano. “As professoras estão de parabéns pela iniciativa que tiveram e podem contar com nosso apoio no ano que vem. O que precisarem, contem com a nossa administração. Um gestão maravilho de amor ao próximo, em especial, ao povo tão sofrido da África. Parabéns e contem conosco”, finalizou.

 



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