NA SEGUNDA-FEIRA (20/01/2020) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - RUA DRº MARINO DA COSTA TERRA – (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H;

RADAR 2 – RUA DRº MARINO DA COSTA TERRA (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H;

RADAR 3 – RUA RUI BARBOSA (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 40 KM/H.

No próximo sábado (19), ocorre o Dia D de Vacinação contra o Sarampo, para crianças de 06 meses a menores de 05 anos. A meta da campanha nacional é imunizar 2 milhões e seiscentas mil crianças, nesta faixa etária, contra a doença.  

Em Ibaté, a vacinação ocorre das 08h às 17h, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) Jardim Cruzado e Adauto Thomazini Gomes; e nos PSFs Nosso Teto, Esfer e Icaraí. 

A assessora geral da Saúde, Elaine Sartorelli, explica que a vacina contra o sarampo é importante para evitar complicações como cegueira e infecções generalizadas, que podem levar até à morte. “O melhor jeito de se prevenir é tomando a vacina”, contou. 

Até o dia 9 de outubro, o Estado de São Paulo registrou 37.014 casos suspeitos de sarampo, 7.649 confirmados, 10.879 descartados e 18.486 estão em investigação. 

O prefeito José Luiz Parella chama a atenção dos pais e responsáveis. “Vamos levar nossas crianças para que tomem a vacina, pois esta é a única forma de imunizá-las. Essa doença está se alastrando e já matou nove pessoas no nosso Estado”, comentou. 

Algumas precauções à vacinação devem ser tomadas, entre elas, crianças com doenças agudas febris moderadas ou graves recomenda-se adiar a vacinação até resolução do quadro com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença; após uso de imunoglobulina, sangue e derivados a vacinação deverá ser adiada por 3 a 11 meses, dependendo do hemoderivado e da dose administrada, devido ao possível prejuízo na resposta imunológica. Caso a vacinação ocorra antes do intervalo necessário, a dose será considerada inválida. 

A vacina é contraindicada para crianças menores de 6 meses; anafilaxia à dose anterior da vacina; grávidas não devem ser vacinadas, pelo risco teórico de causar danos ao feto. Recomenda-se que se evite a gravidez por 30 dias após a administrai da vacina; pessoas com imunodeficiências congênitas ou adquiridas.

Na possibilidade de exposição ao vírus selvagem avaliar risco-benefício individual. Infecção pelo HIV em indivíduos em vigência de imunossupressão grave; pessoas em uso de corticosteroides em doses imunossupressoras devem ser vacinadas com intervalo de pelo menos um mês após a suspensão da droga; pessoas em uso de quimioterapia antineoplásica só devem ser vacinadas três meses após a suspensão do tratamento. transplantados de medula óssea recomenda-se vacinar com intervalo de 12 a 24 meses após o transplante para a primeira dose.

 



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