Nesta sexta-feira (16/08) os radares móveis estarão operando nos seguintes locais: 

RADAR 1 - Rua Miguel Petroni (RODOVIA/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 - Avenida Comendador Alfredo Maffei (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - Avenida Trabalhador São-carlense - (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

Apurar eventual relação entre a mortandade de abelhas e o uso indevido de agrotóxicos nas áreas rurais do município de Leme é o objetivo de um inquérito civil instaurado em julho pelo promotor de Justiça Rafael de Oliveira Costa. Ao instaurar o procedimento, o membro do MPSP cita matéria jornalística publicada em veículo de grande circulação dando conta da morte de 2,5 abelhas em Leme no intervalo de uma semana, causando grande prejuízo ambiental e financeiro. O apicultor responsável pelo local suspeita que a mortandade tenha sido consequência do uso de agrotóxico nas plantações da região.

Entre as medidas determinadas no inquérito estão a solicitação, junto à Polícia Militar Ambiental, de informações sobre a mortandade das abelhas e suas possíveis causas. A Promotoria quer que a corporação investigue nas lavouras de cana-de-açúcar da região de Leme outros casos suspeitos de morte de abelhas por contaminação de agrotóxicos. 


Já o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deverá informar se existem trabalhos ou providências visando à identificação das causas da mortandade de abelhas naquela região do Estado, bem como ações para solucionar o problema ambiental. 

O inquérito solicita ainda que o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Vegetal informe para quais laboratórios o sindicato ou seus filiados encaminham amostras de abelhas suspeitas de contaminação por agrotóxicos visando a identificar sua presença, grau de concentração, bem como a possibilidade de se estabelecer ou não a relação de causalidade entre a morte das abelhas e a contaminação por agrotóxicos.

Outras informações foram solicitadas de órgãos como a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e a Associação Brasileira de Estudo das Abelhas.

O promotor de Justiça considerou, na instauração do inquérito, que o crescimento da agricultura nos últimos 50 anos ocorreu proporcionalmente ao aumento do uso de agrotóxicos nas lavouras, gerando impactos na saúde humana e no meio ambiente; e que o uso irregular de agrotóxicos pode contribuir para o desaparecimento de abelhas, mesmo que sejam utilizados em baixos níveis de concentração, além de causarem desordem no enxame, levando-as à morte. 



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