Nesta sexta-feira (16/08) os radares móveis estarão operando nos seguintes locais: 

RADAR 1 - Rua Miguel Petroni (RODOVIA/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 - Avenida Comendador Alfredo Maffei (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - Avenida Trabalhador São-carlense - (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

A jovem Beatriz Soler da Luz, de 19 anos, que morreu na Santa Casa de Araraquara (SP) após passar mal sofreu uma hemorragia aguda, segundo a família que espera um laudo aprofundado sobre a causa da morte em até 15 dias. 

De acordo com um parente, a suspeita de que a jovem poderia ter tido dengue ou meningite foi descartada pelos médicos. “Nós recebemos esse parecer ainda no hospital até porque se fosse meningite o caixão teria que ter ficado fechado”, afirmou. 

Beatriz foi enterrada na quarta-feira (26) após passar por atendimento médico na terça-feira (25), ter duas paradas cardíacas e morrer na Santa Casa de Araraquara. Segundo o parente, o intervalo entre o primeiro atendimento e a morte da jovem foi de apenas oito horas. 

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela família, a jovem faleceu antes que pudesse ser feito um diagnóstico médico. Houve as suspeitas de dengue e meningite, mas não foram confirmadas. 

Dores e vômitos 

Segundo o familiar, na segunda-feira (24), Beatriz trabalhou o dia todo como manicure e comemorou o Natal junto com a família. Na manhã de terça, ela apresentou febre e começou a reclamar de muita dor de cabeça. A família a levou para atendimento no posto de saúde do grupo São Francisco, onde foi atendida, medicada e liberada. 

Mas, ao voltar para casa, ela continuou se queixando de dor e começou a vomitar. Novamente ela foi levada para atendimento no posto de saúde. “Dessa vez ela já foi encaminha para a Santa Casa, mas já na ambulância ela piorou e entrou em coma”. 

De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, Beatriz deu entrada no hospital às 19h e foi a óbito por volta de 21h. Segundo o familiar, ela teve duas paradas cardíacas e os médicos que a atenderam no hospital teriam dito que ela pode ter tomado medicamentos que não eram indicados para o caso dela e que também deveria ter sido internada antes. 

Em nota, a Santa Casa informou que o caso foi encaminhado para o Serviço de Verificação de Óbito (SVO), de Américo Brasiliense (SP), que vai investigar a causa da morte. 

A família está abalada, espera respostas sobre o que pode ter acontecido com Beatriz e estuda entrar com uma representação contra os médicos que fizeram os primeiros atendimentos. “Está todo mundo muito mal, porque foi muito de repente. Ela tinha só 19 anos, estava super bem, tinha muita coisa para viver ainda”, disse o familiar. 

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