NA TERÇA-FEIRA (14/07) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 – AVENIDA GETÚLIO VARGAS (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - AVENIDA DRº HEITOR JOSÉ REALLI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 – RUA DRº MARINO DA COSTA TERRA (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H.

Na última quinta feira (30) o vereador Elton Carvalho (Republicanos) protocolou junto ao Ministério Público do Estado de São Paulo uma representação sobre uma possível fraude cometida por membros do atual gestão da Prefeitura Municipal de São Carlos.

Trata-se de possíveis pagamentos irregulares mensalmente (mensalinho), realizados pelo chefe de gabinete Carlos Augusto Colussi a uma pessoa que mantinha relacionamento com o ex-secretario municipal de planejamento e gestão Roberto Paulo Valeriani Ignatios.

“Recebemos esta denúncia e encaminhamos ao MP para a abertura de um inquérito”, explicou Elton. “A função do vereador é fiscalizar a ocorrência de irregularidades no Poder Executivo. A ideia era abrir uma CPI, mas como temos algumas provas contundentes já encaminhamos direto ao MP”, complementou.

ENTENDA O CASO

Conforme denúncias publicadas na imprensa, Roberto Ignatios teria colocado como condição para Carlos Colussi exercer o cargo de chefe de gabinete, o pagamento mensal de R$ 1,5 mil a uma pessoa no qual o ex-secretario mantinha relacionamento. Este ato conhecido como “rachadinha” é uma prática ilegal e caracteriza improbidade administrativa conforme a Lei nº 8.429 de 2 de junho de 1992, art. 9º parágrafo primeiro.

OUTRO LADO - Procurado pela reportagem do portal SCDN, a Prefeitura disse que não iria se pronunciar neste momento.



Comentário(s) 

cesar | 02 Junho 2020
Aleluia, até que enfim um edil teve coragem de denunciar, porque em Sanca tudo parece maravilhoso e certo, edil nunca denuncia , sabe ou viu algo errado, parabéns. Vamos trocar todos, já tiveram a chance e falharam.
leitor assíduo | 02 Junho 2020
O vereador está correto ao denunciar a irregularidade, se existem provas contundentes do ato ilício. Por outro lado, por que se omite quanto ao mensalinho da câmara municipal, que favorece os vereadores? Ouve-se dizer que essa prática é antiga e muitos edis contam com esses recursos para vitaminar os subsídios que recebem dos cofres municipais. Não caberia ao Ministério Público investigar?