NESTA TERÇA-FEIRA (04/08) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - AVENIDA GETÚLIO VARGAS (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - AVENIDA GETÚLIO VARGAS (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

A comissão permanente de saúde e promoção social da Câmara Municipal de São Carlos divulgou um balanço de suas ações realizadas no ano de 2019 e faz uma projeção dos principais desafios para 2020.

Composta pelos vereadores Elton Carvalho (PSB), atual presidente, Sérgio Rocha (PTB) e Cidinha do Oncológico (Solidariedade), a comissão deliberou sobre processos que contemplam projetos de leis ordinárias, créditos adicionais suplementares, fiscalizações de denúncias e situações que colocavam a saúde pública em situação de vulnerabilidade.

Abaixo, serão descritas algumas atividades mais relevantes que demandaram intervenção da comissão:

  • Solicitação de aplicação do duodécimo de 2018 em cirurgias eletivas;
  • Questionamentos sobre grande volume de medicamentos vencidos;
  • Solicitação para ampliação do horário te atendimento em UBSs;
  • Pedido de mutirão e nebulização em bairros com caso de dengue confirmados;
  • Solicitação de reposição de médicos em Unidades Básicas de Saúde;
  • Questionamento sobre a falta de medicamento de alto custo;
  • Reunião sobre providências nos atendimentos psiquiátricos;
  • Campanha preventiva contra Febre Amarela (preconização da DRS);
  • Reunião com a Santa Casa para tratar sobre falta de macas e problemas no setor de hemodiálise;
  • Questionamentos sobre o plano de ação da Prefeitura Municipal para as UPAs com relação a paralização de 16 dias, no que diz respeito a escala de funcionários, dispensação de medicamentos e eventual plano de contingência numa possível sobrecarga.

Quais são os desafios para 2020?

A comissão de saúde prevê um ano ainda mais difícil para 2020. A nova modalidade de financiamento do SUS liberará verba por número de pessoas cadastradas, não por número de habitantes, fazendo com que o repasse feito da União para o município seja diminuído drasticamente. Além das dificuldades orçamentárias, com o período eleitoral, não poderão ser realizadas licitações e concursos públicos por um determinado período, exigindo que a Secretaria Municipal de Saúde faça uma previsão de demanda mais precisa.

Ainda existem problemas graves a serem resolvidos como: a necessidade de contratação de farmacêuticos, o fortalecimento e estruturação da atenção básica, contratação de médicos especialistas, adequações e investimentos nas UPAs, revisão de contratos, convênios e ações integradas junto a Santa Casa, amenizar a fila de cirurgias eletivas entre outras tantas. 



Comentário(s) 

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cesar | 22 Dezembro 2019
Jogar toneladas de remédios fora pode e vem com a conversinha que mandaram vencidos ou para vencer, não recebe, devolve ou faz documento, jogar fora os remédios comprado com nosso dinheiro e que não pode, quando tiver uma lei que obriga os responsáveis a pagarem, não irão jogar nada fora. Prestar conta assim é fácil.