NESTA SEXTA-FEIRA (11/10) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1- AV. COMENDADOR ALFREDO MAFFEI, OPOSTO AO N° 4001 SENTIDO CENTRO/BAIRRO VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2- AV MORUMBI, PRÓXIMO AO N° 1416 CENTRO/BAIRRO VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H; 

RADAR 3- AV. GETÚLIO VARGAS, PRÓXIMO AO GINÁSIO MILTON OLAIO BAIRRO/CENTRO VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

 

 

A Câmara Municipal realizou nesta quinta feira (12) uma audiência pública, a pedido dos moradores do bairro Parque Santa Monica 1 e 2, com o objetivo de discutir a mudança do bairro, atualmente de uso estritamente residencial, para uso misto com atividades comerciais de baixo impacto, como por exemplo, clínicas médicas, consultórios odontológicos, entre outras. 

A audiência foi presidida pelo vereador Daniel Lima (PSB) e contou com a participação do secretário de Habitação, João Muller; do diretor de Planejamento Territorial, Alberto Engelbrecht; do vice-prefeito Giuliano Cardinali; do presidente do COMDUSC (Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano), Andre Fiorentino; do diretor-presidente Julio Cezar Alves Ferreira; dos membros da associação de moradores Roseli Pozzi, Sergio Barbosa, Paulo Belonci e Ivone; e dos vereadores Marquinho Amaral (MDB) e Azuaite Martins de França (Cidadania 23). 

Como o bairro é estritamente residencial uni familiar, não se pode alugar os imóveis, utilizar para meios comerciais, ou mesmo usar um imóvel como república. Segundo parte dos moradores do Parque Santa Monica, que é dividido em Gleba 1 e Gleba 2, os imóveis foram desvalorizados no mercado imobiliário e essa mudança é uma esperança de valorizar novamente os imóveis. A medida tem parecer favorável da secretaria de Habitação. 

O vereador Daniel Lima (PSB), que foi também o propositor da audiência, afirmou que as discussões entre os moradores foi democrática.

“Essa Casa de Leis fez o seu papel de receber a sociedade, receber as vozes, as vozes diferentes, para uma demanda tão importante como essa que esta acontecendo com o Santa Monica 1 e 2, que também refleti isso em outros bairro do Município. Pra nós aqui também o aprendizado, um “case” de uma situação que se repete, e que a gente vai ter que tomar as devidas medidas legais e jurídicas, pra gente poder dar sequencia e ouvir a vontade da população, ouvir a vontade da maioria que se fez presente aqui , que é sim da mudança do enquadramento do bairro, do Santa Monica 1 e 2, por ser um bairro misto”, concluiu o parlamentar.



Comentário(s) 

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Sebastian | 14 Setembro 2019
Na verdade os interessados são proprietários de casa velhas ou que saíram do bairro em conluio com os especuladores imobiliários da cidade. Apenas isso. Um bairro extremamente diminuto, extremamente bem localizado, com pouquíssimas vias de acesso, como vai se valorizar apenas permitindo comércio de "baixo impacto"? Piada!! Querem mesmo é liberar os terrenos parados no entorno da marginal para bares e boates, essa é a verdade.