Nesta sexta-feira (16/08) os radares móveis estarão operando nos seguintes locais: 

RADAR 1 - Rua Miguel Petroni (RODOVIA/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 - Avenida Comendador Alfredo Maffei (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - Avenida Trabalhador São-carlense - (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

Foi realizada na tarde desta terça-feira (16) no auditório do Paço Municipal, um encontro entre integrantes do Movimento Negro de São Carlos e do Estado de São Paulo, SINDSPAM e representantes da Prefeitura Municipal. A pauta do encontro foi o suposto caso de racismo cometido pela chefe de Gabinete da Secretaria da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Carla Campos.

A vice-presidente do Conselho Estadual de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra (CPDCN), Alessandra de Cássia Laurindo, afirmou que o caso já vem sendo acompanhado por diversos organismos do Estado, como Defensoria Pública, Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania, entre outros. O Ministério Público de São Carlos (MP) foi provocado sobre o caso, após a intervenção do SOS Racismo.

Alessandra destacou que, se houve de fato o crime, o prefeito Airton Garcia (PSB) pode ser punido, caso seja omisso. “A lei estadual 14.187 de 2010, que dispõe sobre penalidades administrativas a serem aplicadas pela prática de atos de discriminação racial, pode gerar punição ao prefeito”, diz.

A presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, Sara Bononi, afirmou que o episódio envolvendo as servidoras de carreira e o cargo político foi o estopim das prováveis agressões racistas. Ela destacou que as servidoras ficaram fragilizadas.

No encontro de ontem, o secretário Zé Paulo Gomes tomou a palavra em defesa de uma das servidoras, que ocupa a função de oficial de gabinete. É tida como de sua confiança e é vítima do suposto crime de racismo. Ele afirmou que essa relação estabelecida com a servidora pública concursada teria gerado desconforto em Carla Campos.

Após a repercussão do caso, o prefeito Airton Garcia (PSB) abriu uma sindicância. O encontro de ontem serviu ainda para reivindicar participação de um representante do Movimento Negro e do SINDSPAM na sindicância que irá apurar o fato. O secretário de Governo, Edson Fermiano, aceitou o pedido, porém deixou claro que a servidora não será exonerada. “Essa decisão compete ao prefeito, esquivou-se. (Com informações do Jornal Primeira Página)



Comentário(s) 

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Maurílio | 18 Julho 2019
Racismo , homofobia , misoginia , e demais preconceitos , não se tolera , SE COMBATE!!!!!