NESTA SEXTA-FEIRA (13/12) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 – Rua Rui Barbosa (CENTRO/BAIRRO) vELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 40 kM/H; 

RADAR 2 – Avenida Francisco Pereira Lopes (usp/ shopping) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 3 – Rua Miguel Petroni (rodovia/centro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

A sessão da próxima terça-feira na Câmara Municipal, deverá ser movimentada. Pelo menos é essa sensação que se tem, devido a mensagens que estão circulando pelo WhatsApp . Segundo consta, motoristas de vans estão preparando uma mobilização na terça das 15h às 15h30, na porta da Câmara Municipal. Eles não concordam com a lei aprovada que disciplina o transporte da categoria.

 “É pra fazer barulho. Das três às três e meia. É só meia hora. Eu também tenho aluno às vinte pras quatro”, diz uma das motoristas em áudios de WhatsApp.

 Outro áudio dá a entender que o secretário de Transportes e Trânsito, Coca Ferraz, está incentivando os manifestos. “O secretário de Transporte falou que lei é igual a tatuagem. Tatuou, não volta atrás. Eu quero frisar: se não fizer movimentação, vão aprovar tudo. Precisa barrar tudo isso. Precisamos fazer a diferença, se aparecer meia dúzia de gente, não vai mudar nada. A gente precisa mostrar força”, diz outro trecho dos áudios. “A questão é que vereador foi lá e embutiu essa lei. É como se tivesse (sic) tudo certo e a gente não está de acordo com isso, caso contrário o transporte escolar já era”, prosseguiram as conversas.

O vereador Roselei Françoso (Rede) discutiu essa lei com os companheiros de Câmara, Marquinho Amaral (MDB) e Rodson (PSDB). O parlamentar comentou que a lei foi construída em parceria com a Cooperativa de Vans de São Carlos (Coopervansc).

O projeto anterior, segundo Roselei Françoso, previa o atendimento de 15 a 23 crianças, mas o projeto sugeria o atendimento de 28 passageiros. No projeto original, suprimia-se a figura do monitor para organizar o comportamento das crianças e a descida. A Câmara decidiu manter esse trecho do projeto por questões de segurança. Outro ponto que reforça a segurança das crianças é a exigência do exame toxicológico. Também abre a possibilidade da figura do motorista auxiliar, com os devidos atestados de capacitação e o cônjuge pode atuar no transporte, desde que devidamente qualificado. (Com informações do Jornal Primeira Página)



Comentário(s) 

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SERIEDADE | 09 Maio 2019
ISTO PARA MIM ESTA CHEIRANDO A ALGUM ACORDO FEITO AS ESCONDIDAS POR PARLAMENTARES DESTA CASA DE VEREADORES , LA VEM PROPINA DAS GROSSAS PARA OS POLITICOS, FIQUEM ALERTA.
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Hamas | 07 Maio 2019
Para um país que virou uma zona , transformar a cidade num cabaré ate que não é mau negócio para que fazer leis se não existe fiscalização para as mesmas , vamos deixar a cidade virar um caos maior do que já esta , a ordem é vamos tocar fogo no puteiro.
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antenado | 23 Maio 2018
Mais atitude e menos bla bla bla. Com tanta coisa errada acontecendo, com tanta propina rolando, com tanto de pessoas incapacitadas em cargos, nobres veradores continuam nessa conversa furada de averiguar as coisas? Sera que voces são tão bobos assim ou tão caras de pau para acreditar que a população ainda cai nessa conversa? Só nos resta uma conclusão: O mensalinho ainda esta rolando como sempre rolou.