NESTA SEGUNDA-FEIRA OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO NAS SEGUINTES VIAS: 

RADAR 1 – RUA MANOEL JOSÉ SERPA (CENTRO/BAIRRO) - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 40 KM/H; 

RADAR 2 – AV. BRUNO RUGGIERO FILHO (SHOPPING/BAIRRO) - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 – RUA MIGUEL PETRONI (BAIRRO/RODOVIA) – VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

 

Na tarde da sexta-feira (11) o secretário de Transporte e Trânsito, Coca Ferraz, prestou depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga o período de intervenção da Prefeitura no transporte público da cidade. O transporte público de São Carlos viveu sob intervenção da Prefeitura durante 43 dias. Esse período foi protagonizado por quebras de veículos, falta de combustível, atraso nas linhas, falta de ônibus em circulação e greve de funcionários.

Para Coca Ferraz o prefeito Airton Garcia foi induzido “a cometer um equívoco, que trouxe sofrimento à população, prejudicou o transporte e diminuiu consideravelmente o número de ônibus disponíveis à população”.

Na oitiva, Coca Ferraz reafirmou que não ficou sabendo da formatação do processo de intervenção. “Fiquei sabendo pela imprensa”, disse em depoimento.

Coca Ferraz confidenciou que, diante das dificuldades no transporte, procurou a direção da empresa Suzantur, junto com o secretário de Esportes Edson Ferraz, sugerindo a retomada do serviço pela iniciativa privada, algo que foi aceito. Houve, também, algumas mudanças estruturais.

Ao final do depoimento, o presidente da CPI, vereador Dimitri Sean, disse que a Comissão busca o depoimento do ex-chefe de Gabinete da Procuradoria Jurídica, Ademir Souza e Silva. “Conversei com o doutor Ademir por telefone. Ele disse que está disposto a vir prestar os esclarecimentos. Até agora, todos os depoimentos o responsabilizam no processo de intervenção”, esclareceu.

 



Comentário(s) 

+1
leitor assíduo | 14 Maio 2018
Coca deixou de falar que houve boicote interno com o sumiço de vários ônibus, que só voltaram a circular com o fim da intervenção. Intervenção é atitude a ser assumida por gente séria e competente. No caso da sucatur, faltou competência e seriedade na condução do processo. Perderam os cofres municipais com o desaparecimento de vultosa soma e malversação dos recursos liberados pela prefeitura e perderam os usuários do transporte coletivo com a péssima qualidade dos serviços prestados. Será que os responsáveis por esse caso de polícia vão ficar impunes? Está na hora de o Ministério Público denunciar a malandragem à Justiça para punir os autores dessa lambança criminosa.
+2
antenado | 14 Maio 2018
O fato de ser induzido não diminui sua culpa. Ele responde legalmente, deveria ter ouvido outras fontes tambem. Ele esta cercado de pilantras e corruptos, isso é fato. Quem os colocou la foi ele mesmo, e conhece bem cada um que esta la. Inclusive ja chegou aos ouvidos dele algumas gravações que provam isso, a corrupção correndo solta aqui dentro da prefeitura. O prefeito tem consciencia disso e se aproximou mais ainda dessas pessoas. Todos sabem disso e quem são essas pessoas. Andorinha que dorme com morcego acorda de ponta de cabeça. Airton tem plena consciencia dos desfalques e desvios que estão acontecendo aqui dentro.
+3
Aécim Pódemais | 14 Maio 2018
Realmente o prefeito é uma criança inocente , que quase não tem experiência em falcatruas , e de se apropriar de certas coisas alheias , um verdadeiro imbecil , tapado que pela reportagem não entende nada de negócios , pior é querer defender o indefensável.