NA QUINTA-FEIRA (22/08) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - Rua Miguel Petroni (CENTRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 - Rua Dr. Marino da Costa Terra (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H; 

RADAR 3 - Rua Ray Wesley Herrick (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 kM/H.

A visita recente de chineses que estiveram em São Carlos com o propósito de conhecerem o potencial tecnológico da cidade, poderá em breve trazer boas notícias. Os representantes da XCMG querem investir na fabricação de máquinas pesadas para o transporte de minérios. Mas essa não é a única prospecção de investimentos.

Em entrevista publicada neste domingo pelo Jornal Primeira, o secretário de Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação da Prefeitura, José Galizia Tundisi, disse que há estudos empresariais para a instalação da fábrica de tratores da Mahindra e uma fábrica suíça que produz helicópteros militares e comerciais.

“Nós temos trabalhado na direção de trazer investimentos para São Carlos. Essa fábrica de tratores da Mahindra, por exemplo, pode gerar 400 empregos. Já tivemos reunião com o prefeito Airton Garcia e estudamos incentivos para atrair essa fábrica para São Carlos”, comentou Tundisi ao jornal.

A marca está presente há mais de 70 anos no mercado, mas há dois anos no Brasil. A estimativa de crescimento da empresa para o período de abril de 2019 a março de 2020 é de 50% na comparação com abril de 2018 a março de 2019. Para desenvolver ainda mais a operação no Brasil, a Mahindra aposta na ampliação da rede de concessionárias. Hoje são 25 pontos de vendas distribuídos nas regiões sul, sudeste e centro-oeste do país.

Ainda sobre a visita de investidores a São Carlos, Tundisi disse que uma fábrica de helicópteros da Suíça estuda o município como possível local de investimento. “A ideia é implantar uma indústria de helicópteros militares e comerciais. Eles já estiveram na cidade e os levamos para conhecer os laboratórios de pesquisa. Foram à Engenharia Aeronáutica da USP, ao Instituto Federal de São Paulo (IFSP) e a Airship, que são instâncias de trabalho da produção aeronáutica de São Carlos. Nessa disputa, temos também Campinas e São José dos Campos”, ponderou Tundisi.

De acordo com Tundisi, a Secretaria busca o eixo tecnológico mais desenvolvido, aproveitando a base científica para atrair investimentos. (Com informações do Jornal Primeira Página)

 



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