Av. Miguel Petroni
(sentido Bairro/Rodovia)
60 km/h
Av. João de Guzzi
(sentido Bairro/Centro)
60 km/h
Av. Bruno Ruggiero Filho
(sentido Shopping/Bairro)
60 km/h

O vereador Roselei Françoso (Rede), representando a Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Relações do Trabalho (CDCDHRT) da Câmara Municipal, e os vereadores Rodson Magno do Carmo (PSDB) e Dimitri Sean (PDT) visitaram a Casa de Passagem e o Centro POP (Centro de Referência Especializado de Assistência Social para População de Rua) do município. A visita foi realizada em decorrência da audiência pública do dia 9 de outubro, quando foi discutida a questão dos moradores em situação de rua. 

Os parlamentares constataram que tanto a Casa de Passagem, quanto o Centro POP encontram-se em situação preocupante e ofensiva à dignidade da pessoa humana. “Esses locais necessitam de urgente olhar, cuidado e intervenção por parte da Administração Municipal no que tange não só à reforma e manutenção do prédio inteiro, como de segurança para garantir o devido acolhimento aos moradores em situação de rua, além do desenvolvimento das outras atividades realizadas”, apontou Roselei. 

A Casa de Passagem está localizada no bairro Vila Marina e oferece pernoite, banho e alimentação para pessoas em situação de rua e itinerantes. Já o Centro POP situa-se na rua São Joaquim, no centro da cidade, e promove o acolhimento e a inserção em atividades coordenadas por uma equipe multidisciplinar com assistentes sociais, psicólogos, terapeutas ocupacionais e educadores sociais, à população em situação de rua, além de também oferecer alimentação. 

Os vereadores ressaltaram que o Centro POP realiza atendimentos individuais e coletivos, oficinas e atividades de convívio e socialização, além de ações que incentivem o protagonismo e a participação social das pessoas em situação de rua. O serviço fica prejudicado diante da realidade das condições do local e necessita de manutenção.

“Esses locais devem representar espaço de referência para o convívio social e o desenvolvimento de relações de solidariedade, afetividade e respeito. Entretanto, da maneira em que se encontram, ficam totalmente impossibilitados do cumprimento de suas funções sociais a contento. Precisamos de medidas urgentes”, argumentou Roselei.



Comentário(s) 

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morador de rua | 14 Novembro 2017
Alguém pode explicar essa vergonha e a falta de respeito ao morador de rua. Custa dar-lhe um local digno para ficar, enquanto aguarda seja-lhe devidamente resolvida a situação? Na falta de recursos públicos, os vereadores poderiam cotizar-se para pagar o aluguel de uma casa de acolhimento realmente humanizada, simplesmente, usando a verba parlamentar. Visitar e olhar, apenas, nada resolve.
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cesar | 13 Novembro 2017
Fica a pergunta, não tem secretário para verificar essa vergonha e falta de respeito humano, parabéns aos vereadores que foram verificar a calamidade, porque o secretário municipal está sentado esperando o gordo salário.