NESTA QUINTA-FEIRA (01/10) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - AVENIDA HENRIQUE GREGORI (SHOPPING/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - AVENIDA BRUNO RUGGIERO FILHO (BAIRRO/SHOPPING) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

E as declarações do prefeito Paulo Altomani (PSDB) de que irá processar o vice-presidente da Câmara Municipal, Marquinho Amaral que o acusou de oferecer uma propina de R$ 2 milhões para ajudá-lo a privatizar o Serviço Autônomo de Água e Esgoto, parecem não preocupar o parlamentar.

Por meio de um áudio divulgado pelo WhatsApp a alguns jornalistas da cidade, Marquinho Amaral ratificou as denúncias e afirmou que tem como provar tudo o que falou na tribuna da Câmara.

Durante a coletiva realizada no Paço Municipal com o prefeito, o jornalista do portal SCDN, Jota Ribeiro Filho, fez uma pergunta ao prefeito, se ele poderia provar que não aconteceu o diálogo que Marquinho citou na tribuna. O secretário de Comunicação, Moisés Rocha, interveio e disse que o “ônus da prova é do acusador”.

Marquinho disse que não está preocupado com a ameaça do prefeito. “O prefeito tenta me calar, me ameaçando, mas não vai conseguir, porque tenho 24 anos de vida pública e não tenho um processo de improbidade administrativa, roubo, superfaturamento, já ele tem mais de 80 no Ministério Público, ele mesmo diz isso”, afirmou no áudio Amaral.

Marquinho Amaral foi mais além e disse que não irá se calar. “Eu não vou me calar, vou continuar a denunciar aquilo que sei e sendo um vereador independente. Agora pergunto: será que um homem que coleciona tantos processos por improbidade, dispensa de licitação é o homem mais honesto? Será que é ético um homem que tenta se passar por paladino da moralidade ter tantos processos?”, questionou.

Amaral voltou a afirmar que esteve muitas vezes com o prefeito municipal e foi em um desses encontrou que lhe foi oferecido os R$ 2 milhões. “Reafirmo o que disse na tribuna da Câmara que estive muitas vezes com o prefeito municipal e que numa delas ele me ofereceu R$ 2 milhões para que pudesse facilitar, colocar na pauta, um processo para cancelar o artigo 128 da Lei Orgânica Municipal, e depois para a concessão do SAAE. Na Justiça vou provar o que disse na tribuna, como fiz com o caso do ex-prefeito de Campo Limpo Paulista”, concluiu Marquinho.



Adicionar comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Portal SCDN. Se achar algo que viole as regras de uso, denuncie.


Código de segurança
Atualizar codigo