NESTA SEGUNDA-FEIRA (24/02/2020) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 - AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - AVENIDA BRUNO RUGGIERO FILHO (SHOPPING/ BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

 

 

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A Polícia Militar Rodoviária deteve o motorista de uma caminhonete que transportava 22,5 mil maços de cigarros de origem paraguaia, sem nota fiscal. O flagrante aconteceu na madrugada desta terça-feira (11), na rodovia Jorge Bassil Dower (SP-421), em Taciba, região de Presidente Prudente.

Uma equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) abordou o veículo durante ações de fiscalização e encontraram a mercadoria contrabandeada. Questionado, o homem disse que iria comercializar os produtos na cidade de Marília (SP) e que buscou o automóvel carregado em Centenário do Sul, no Paraná.

O assalto  - A agência bancária do Santander localizada na sede da Assembleia Legislativa de São Paulo, na zona sul da cidade, foi assaltada na tarde desta segunda-feira (10). Dois assaltantes armados entraram no local, renderam os vigilantes e levaram o dinheiro que estava no caixa e no cofre da agência.

O assalto reacendeu debate entre deputados sobre segurança no local. Alguns deles criticam a falta de controle do local, que não conta com procedimentos e tecnologias que existem em outras Casas, como a Câmara Municipal de São Paulo e a Câmara dos Deputados, em Brasília.

Na Assembleia não há, por exemplo, a exigência de apresentar documento de identificação para entrar nem detector de metais.

O deputado Delegado Olim, do PP, passou pela agência poucos minutos antes do assalto, que começou às 15h50, aproximadamente. Olim, conhecido por sua atuação como delegado, conversou com os funcionários do banco após a ação.

Segundo ele, os funcionários disseram que os vigilantes foram rendidos e que mais de R$ 400 mil foram levados da agência, que fica no subsolo da Alesp, ao lado de agências do Bradesco e do Banco do Brasil.

Em nota, a assessoria de imprensa da Alesp afirma que "as polícias Civil e Militar estão mobilizadas para identificar os autores" e que o banco ainda está levantando o valor roubado. O Santander não respondeu até a publicação da reportagem.

"Os deputados mais à esquerda não querem que a gente coloque mais controle na Alesp porque aqui seria a casa do povo, e então acontece esse tipo de coisa. Dois idiotas entraram aqui e limparam o banco", diz Olim.

O deputado Gil Diniz, líder do PSL, também se queixa do que vê como precariedade na segurança do local. Ele protocolou há meses um projeto de lei pedindo providencias para melhorar a segurança dentro da assembleia.

"É um perigo, temos diversos serviços para o cidadão no subsolo, como o Detran e um posto para emissão de RG, e não temos qualquer segurança. Tenho alertado desde sempre para o problema. É uma tragédia anunciada", afirma.



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