NESTA SEGUNDA-FEIRA (24/02/2020) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 - AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - AVENIDA BRUNO RUGGIERO FILHO (SHOPPING/ BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

 

 

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Os dois suspeitos envolvidos no assassinato do prefeito de Ribeirão Bonito (SP) participaram de uma acareação nesta sexta-feira (7) e mantiveram as versões divergentes sobre quem atirou em Francisco José Campaner (PSDB), o Chiquinho Campaner, em dezembro do ano passado.
“Colocamos os dois juntos para que um deles, o que está faltando com a verdade, pudesse voltar atrás. Mas eles, infelizmente, mantiveram suas versões originais”, disse o delegado Reinaldo Machado Lopes, responsável pela investigação.

Reconstituição

A Polícia Civil também realizou a reconstituição do crime durante a manhã, apenas o vigilante Cícero Alves Peixoto.
“Ele conseguiu lembrar alguns detalhes, mas ratificando o que já havia informado anteriormente. Continua colaborando cada vez mais e confirma as informações já prestadas que disparou a arma de fogo”, disse a advogada de defesa, Fabiana Luchesi.
O empresário Manoel Bento Santana da Cruz foi orientado pelo novo advogado a não participar. O defensor Reginaldo da Silveira, que assumiu o caso nesta sexta-feira, disse que fez a solicitação para entender melhor o que aconteceu.
“Fui conhecer a dinâmica através da reconstituição para que a gente pudesse tomar conta do processo dele”, disse.
Em novo depoimento à polícia na segunda-feira (3), o empresário mudou sua versão dos fatos e admitiu que estava no local do crime.

Detalhes

O delegado disse que a reconstituição serviu para confirmar o que a polícia já sabe. Já a acareação foi feita para eliminar a dúvida, uma vez que um suspeito acusa o outro.
Lopes afirmou que já sabe quem atirou e aguarda o resultado de laudos para concluir o inquérito na próxima semana. “Vou pedir a prisão preventiva de ambos porque não temos dúvidas sobre a participação dos dois.”
De acordo com o delegado, os suspeitos vão responder por homicídio consumado e dois homicídios tentados triplamente qualificados. A pena pode chegar a 40 anos para cada um.
O vigilante está preso temporariamente no Centro de Triagem de São Carlos e o empresário em Santa Ernestina.

O crime

O prefeito de Ribeirão Bonito, Francisco José Campaner (PSDB), conhecido como Chiquinho Campaner, foi assassinado a tiros na tarde de 26 de dezembro de 2019, em uma estrada de terra na zona rural do município.
O chefe de gabinete, Edmo Gonçalo Marchetti, e o amigo do prefeito, Ariovaldo Santarosa, também estavam no carro e foram baleados. Eles foram atendidos e liberados.
A Polícia Civil chegou até um dos suspeitos, o vigilante Cícero Alves Peixoto, de 56 anos, no dia 2 de janeiro. Peixoto confessou a participação, mas negou que tenha atirado no prefeito.
Em depoimento, afirmou que o empresário do setor de transporte Manoel Bento Santana da Cruz teria atirado no prefeito.
O motivo do crime seria o cancelamento de um contrato de transporte escolar e a falta de pagamento de serviços prestados à prefeitura, segundo a Polícia Civil. O empresário prestava serviço há mais de uma década e a empresa foi trocada. O contrato, segundo a polícia, era verbal.
O empresário se entregou à polícia no dia 3 de janeiro e, em primeiro depoimento, negou envolvimento no assassinato do prefeito, segundo sua advogada. A versão foi mudada na segunda-feira (3).
A Polícia Civil diz que os suspeitos contam versões divergentes e reafirma a participação dos dois, mas não divulgou o nome do autor dos disparos.



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