NESTA SEXTA-FEIRA (13/12) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 – Rua Rui Barbosa (CENTRO/BAIRRO) vELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 40 kM/H; 

RADAR 2 – Avenida Francisco Pereira Lopes (usp/ shopping) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 3 – Rua Miguel Petroni (rodovia/centro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

Na manhã da última sexta-feira (22/11), o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de São Paulo (Gaeco) deflagrou, com apoio da Polícia Militar por intermédio do Comando do Policiamento do Interior 3, a Operação Check-out para cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão expedidos pela Justiça nas cidades de Ribeirão Preto, Franca, São Carlos e Taquaritinga.


Na região, foram cumpridos 13 mandados de prisão e 24 de busca e apreensão. Foram presas duas pessoas em Ribeirão Preto, seis em Franca, uma em São Carlos e uma em Taquaritinga. Uma pessoa permanece foragida, e alguns indivíduos foram presos em flagrante delito em Franca. Elas estão sendo apresentadas à autoridade policial local. 

Em Franca foram apreendidos cerca de R$ 50 mil em dinheiro vivo, além de anotações do tráfico de drogas, munições de arma de fogo e equipamentos eletrônicos. Já em Ribeirão Preto, São Carlos e Taquaritinga houve apreensão de cerca de R$ 13 mil em dinheiro, cadernos e anotações do tráfico de drogas, dois veículos utilizados pelos presos e equipamentos eletrônicos (celulares, HDs e pendrives).

Foi apurado que, entre os investigados, estão líderes regionais da facção criminosa “PCC” e do tráfico de drogas naquelas cidades. Um dos envolvidos havia sido preso no final de outubro em Barrinha, em flagrante de tráfico de drogas. Com ele foi encontrado material da facção criminosa. 

O MPSP tem 30 dias para encerrar as investigações, ouvindo os réus e examinando os materiais apreendidos (documentos e equipamentos eletrônicos), e apresentar as denúncias perante a Justiça. Os valores em dinheiro e veículos serão depositados judicialmente e, caso não demonstrada origem lícita, poderão ser revertidos para utilização no combate ao tráfico e às facções criminosas. As drogas e armas deverão ser destruídas.

Os investigados podem responder por crimes de organização criminosa, tráficos de drogas, associação ao tráfico e lavagem de dinheiro. As penas superar 20 anos de prisão. 

Participam da operação cinco promotores de Justiça, seis agentes do Ministério Públicos e 78 policiais militares das Forças Táticas, empenhando 23 viaturas do 3º BPMI (Ribeirão Preto), do 13º BPMI (Araraquara), do 15º BPMI (Franca), do 38º BPMI (São Carlos) e do 51º BPMI (Ribeirão Preto).



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