NESTA QUINTA-FEIRA (12/12) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 – Avenida Trabalhador São-carlense (BAIRRO/CENTRO) vELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 2 – Avenida Francisco Pereira Lopes (shopping/usp) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 3 – Avenida Bruno Ruggiero Filho (bairro/shopping) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

O lavrador acusado de matar o vizinho com um tiro de espingarda em São Carlos (SP) foi condenado a 8 anos e 11 meses de prisão em regime fechado, nesta terça-feira (12), após mais de 10 horas de julgamento no Fórum Criminal. O crime aconteceu em fevereiro de 2018.

Gilvan Torres de Oliveira Filho, de 21 anos, era acusado de homicídio qualificado contra Almir José Dias, de 33 anos, e tentativa de homicídio contra o filho de Dias. As qualificadoras foram afastadas e ele foi condenado a 8 anos e 4 meses por homicídio simples e 7 meses por lesão corporal simples, segundo a advogada do acusado, Luzia Helena Sanches. Ela não vai recorrer da decisão. Oliveira Filho voltará para a Penitenciária de Araraquara.

Crime - Dias morreu baleado com um tiro de sua própria espingarda, na noite de 12 de fevereiro de 2018, em um condomínio de chácaras conhecido como Morada dos Cedros, na região do Centro de Manutenção da Latam. Segundo a defesa, Oliveira Filho contou que tinha uma amizade com Dias e foi até a casa dele para tratar de uma venda de celular, mas os dois acabaram discutindo e houve o disparo da arma de fogo.

Dias foi socorrido e levado de ambulância para a Santa Casa de São Carlos, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo a família, o acusado ainda tentou enforcar o filho da vítima, que tinha 11 anos, antes de fugir.

Oliveira Filho ainda teria agredido o filho da vítima que presenciou o crime antes de fugir com a moto da vítima para uma mata onde ficou escondido até se entregar. Três dias após a morte de Dias, o suspeito se entregou à Polícia Civil e alegou legítima defesa. Também negou a agressão à criança. Em depoimento na delegacia Oliveira Filho confessou ter discutido com a vítima, mas afirmou não lembrar quem atirou. A arma era da vítima.



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