NESTA QUARTA-FEIRA (22/01/2020) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - RUA RAY WESLEY HERRICK (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H; 

RADAR 2 – RUA RAY WESLEY HERRICK (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H; 

RADAR 3 – AVENIDA FRANCISCO PEREIRA LOPES (USP/SHOPPING) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

No final da tarde de quinta-feira (3), Rodrigo Alves Pereira, de 33 anos, foi indiciado por latrocínio (roubo seguido de morte), após a Polícia Civil de Bariri concluir o inquérito da morte de Mariana Bazza.

O laudo do IML apontou que Rodrigo usou um pano para matar Mariana por asfixia. A Polícia Civil aguarda laudos para saber se houve violência sexual.

Relembre o caso

A jovem desapareceu após receber ajuda de um homem para trocar o pneu do carro, na manhã de 24 de setembro. A universitária saiu da academia e ao chegar em seu carro, percebeu que o pneu estava furado. Rodrigo se aproximou e ofereceu ajuda.

Imagens de câmeras de segurança mostram quando Mariana entra no carro e dirige até uma chácara, onde o homem troca o pneu. O carro saiu do local cerca de 1h depois, mas não foi possível identificar quem estava na direção.

Na tarde de terça-feira, a Polícia Militar foi acionada e fez buscas com o helicóptero Águia. O carro de Mariana foi encontrado no final da tarde pela Polícia Civil em Itápolis, a 60 km de Bariri. Rodrigo Alves também estava na cidade, escondido no telhado de uma casa. Ele prestou depoimento aos policiais durante a madrugada e negou envolvimento no desaparecimento da jovem, porém, na manhã de quarta, confessou o crime e levou os policiais até o local onde havia deixado o corpo de Mariana, um canavial no distrito de Cambaratiba.



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