NA SEGUNDA-FEIRA (23/09) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - Av.Dr. Heitor José Realli (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 2 – Av. Morumbi (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H; 

RADAR 3 – Av. Getúlio Vargas (bairro/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

 

A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) esclareceu na tarde desta terça-feira (04) o assassinato do Cabo da Polícia Militar Elias Mathias Ribeiro, de 50 anos, ocorrido nesta madrugada.

Durante as diligências coordenadas pelo Delegado Fernando Bravo, a equipe de investigadores conseguiu esclarecer com detalhes o passo a passo desse crime.

Segundo informações, o Cabo Mathias mantinha um relacionamento amoroso com uma mulher de 40 anos chamada Jaciane Maria que durava mais de cinco meses. Jaciane tem duas filhas, Larisa, de 22 anos, e outra filha, de 20 anos, que teve o nome preservado por não ter participação no crime.

A filha de 20 anos procurou Mathias pedindo ajuda para alguns problemas pessoais e ele acabou mantendo relações sexuais com a jovem e filmou a relação.

O vídeo foi parar na mão de Jaciane que mostrou para Larisa. Revoltada a filha mais velha procurou o tio de sua mãe, Genivaldo da Silva, de 54 anos, e juntos arquitetaram a morte do policial militar.

Mathias foi convidado a ir na casa de Jaciane na noite desta segunda-feira (03). O policial recebeu uma marretada na cabeça quando adormecia na cama do casal e perdeu os sentidos. Em seguida, Genivaldo efetuou mais quatro golpes na cabeça do policial que morreu no local.

A vítima foi embalada no colchão para facilitar o transporte e foi colocado dentro de seu próprio veículo, um Hyundai Tucson de cor prata.

Genivaldo conduziu o veículo do policial até uma área afastada da cidade. Jaciane e Larisa acompanhavam o veículo com um Ford Eco Esporte de cor prata. Em um canavial as margens da Vicinal José Barbanti Neto, que liga Américo Brasiliense até a SP 255, Genivaldo ateou fogo no veículo e fugiu com as cúmplices.

A DIG conseguiu prender as duas mulheres na residência onde o crime ocorreu. Na tentativa de se livrar das evidências, o quarto onde Mathias foi assassinado foi pintado e limpo, mas gotas de sangue foram encontradas no local.

Genivaldo está foragido. O Delegado Fernando Bravo solicitou a prisão temporária das acusadas que seguem a disposição da justiça após confessar o crime. A DIG solicita que qualquer informação que possa levar a prisão de Genivaldo seja feita através do Disque Denúncia 181 da Polícia Civil.

O Corpo da vítima foi encaminhado para o IC (Instituto de Criminalística) de São Paulo para passar por perícia.



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