NESTA SEXTA-FEIRA (15/12) RADARES MÓVEIS ESTARÃO NAS SEGUINTES VIAS: 

RADAR 1 – RUA LOURENÇO INNOCENTINI (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H; 

RADAR 2 – RUA DOUTOR MARINO DA COSTA TERRA (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H;  

RADAR 3 – RUA DOUTOR MARINO DA COSTA TERRA (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H;

A delegada Denise Gobbi Szakal, da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) divulgou, na tarde desta segunda-feira (9), o laudo do Instituto Médico Legal (IML) sobre a morte da bebê Alicya Beatriz, de quatro meses. O laudo aponta que a criança morreu por conta de uma asfixia causada por um peso que foi colocado sobre seu tórax.

Segundo a delegada o laudo apontou que a causa da morte foi sufocação indireta e a criança chegou morta ao hospital. “Eu chamei a mãe para conversar novamente e ela admitiu ter dormido com o bebê na cama e deve ter rolado por cima da criança”, disse.

Denise contou que a mãe foi questionada por não ter falado a verdade na época do ocorrido e alegou que teve medo e que se sentia culpada, pois não queria que isso tivesse acontecido com a filha.

O caso foi registrado como homicídio culposo, quando não há a intenção de matar, e será encaminhado ao Ministério Público, que pode aplicar o perdão judicial ou pedir o indiciamento da mãe.

O caso - A morte da bebê foi registrada no dia 24 de março de 2017, quando os pais da criança procuraram a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Cidade Aracy ao notar que ela tinha um sangramento no nariz.

 

Como não havia médico no local, a bebê foi atendida por enfermeiras e o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foi acionado. Quando a ambulância chegou, o médico apenas declarou a morte da menina.



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