NESTA SEGUNDA-FEIRA (17/08) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - AVENIDA DR. HEITOR JOSÉ REALLI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - RUA RUI BARBOSA (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 40 KM/H.

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) acompanha com preocupação a notícia divulgada por todos veículos de imprensa e que ainda não foi desmentida, sobre a criação do imposto digital, que segundo relatado pelos jornais, incidirá sobre o comércio eletrônico.

Os últimos governos tentaram recriar a antiga CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), que como todos sabem incidia sobre movimentações financeiras, a sociedade brasileira reagiu, e o Congresso Nacional não permitiu a criação de um imposto que impede o crescimento econômico e provoca um efeito em cascata na elevação dos custos de produção e consequentemente na elevação dos preços, que será pago pelos consumidores.

Nós, da ABComm, nos posicionamos contrários a recriação da CPMF em todas as tentativas anteriores, novamente vimos a público reforçar nossa posição de repúdio a introdução deste imposto na reforma tributária, renomeado agora como imposto digital.

Os argumentos elencados nas notícias que trataram do tema apontam que o governo deseja criar esse imposto devido ao crescimento do comércio eletrônico durante a quarentena.

Pertencemos a um setor que nunca recebeu incentivos fiscais e nem planos de investimentos volumosos do poder público, a grande maioria dos empreendedores do comércio eletrônico é formado por micro, pequenos e médios empresários, que pagam uma alta carga tributária, se esforçam diariamente para manterem seus negócios diante de uma legislação tributária complexa e desigual.

Reconhecemos que algumas propostas de modernização econômica implementadas e debatidas pelo atual Ministro da Economia, Paulo Guedes, podem promover o crescimento do setor, porém, se a proposta de criação do imposto sobre pagamentos eletrônicos se concretizar nos posicionaremos contrários e atuaremos junto aos parlamentares no Congresso Nacional para que rejeitem tal iniciativa.

Diante da atual crise econômica, que milhões de brasileiros perderam seus empregos, milhares de empresas correm sérios riscos de fechar, não será com a criação de mais um imposto que recuperaremos nossa economia.

Aguardaremos o posicionamento oficial do Ministério da Economia, e comunicamos a todas empresas filiadas à ABComm, que não aceitaremos que o ajuste fiscal do Governo aconteça em cima do comércio eletrônico.

*Maurício Salvador é presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). 

Sobre a ABComm

Fundada em 2012, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) surgiu para fomentar o setor de e-commerce com informações relevantes, além de contribuir com seu crescimento no país. A associação reúne representantes de lojas virtuais e prestadores de serviços nas áreas de tecnologia da informação, mídia e meios de pagamento, atuando frente às instituições governamentais, em prol da evolução do setor. A entidade sem fins lucrativos é presidida por Mauricio Salvador e conta com diretorias específicas criadas para fomentar todo o setor, entre elas: Novos Negócios; Relações Governamentais; Mídias Digitais; Relações Internacionais; Meios de Pagamento; Capacitação; Desenvolvimento Tecnológico; Empreendedorismo e Startups; Jurídica; Métricas e Inteligência de Mercado; Crimes Eletrônicos; e Marketing. Para mais informações, acesse: www.abcomm.org



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