NESTA SEXTA-FEIRA (07/08) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - RUA RUI BARBOSA (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 40 KM/H;

RADAR 2 - RUA MIGUEL PETRONI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - AVENIDA JOÃO DE GUZZI X RUA MARCOS VINICIUS DE M. MORAES - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

Neste artigo iremos tratar especificamente do papel dos gestores públicos, no que se refere à sua eficiência e eficácia no combate ao Coronavírus, explicitando pontos que merecem destaque, falando dos seus equívocos e também porque não, destacando soluções simples que poderiam ter sido tomadas de modo a melhorar os resultados dos esforços aplicados. Antes de entrarmos especificamente no tema, cabe-nos apresentar um balanço dos números da COVID19 em nosso país, até agora. Sabemos que temos mais de 800 mil casos confirmados, com mais de 40 mil óbitos em todo país sendo casos liderados por São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará, ou seja, é momento de alerta máximo. De fato, mais do que de números, estamos falando de vidas e isto nos deixa solidariamente enlutados e nos leva a uma reflexão muito profunda.

Um primeiro fato que nos chama a atenção, sem dúvida nenhuma, refere-se à desinformação.  Ficamos à mercê de informações cruzadas, ou seja, o gestor de cada esfera (municipal, estadual ou federal) nos faz seguir, como se fosse um mantra para determinado caminho e os governantes das três esferas não falam a mesma linguagem, ou seja, a população não sabe a quem seguir, o que fazer, etc. Além disso, temos as famosas fake news, as notícias falsas e replicadas de forma sistemática que contribuem também para este cenário nebuloso, por isso, antes de divulgar, precisamos checar se a informação realmente coincide com os fatos.

Outro aspecto que vale a pena ser considerado neste artigo se refere à decretação do estado de emergência diante da pandemia. O que deveria ser uma medida de facilitação para o processo de tomada de decisões eficazes, torna-se uma condição cinzenta para a realização de obras faraônicas neste período de pandemia diante do afrouxamento das regras, sem os procedimentos formais de licitação, sendo que muitas vezes, como estamos tomando conhecimento, essas obras não saem do papel e torram às burras o dinheiro público. Temos exemplos disso todos os dias nos noticiários e mesmo assim eles seguem a se repetir: as terceirizações ou a lentidão para entrega dos hospitais de campanha são exemplos crassos de gestão falha, onde a função controle é sistematicamente enfraquecida. Precisamos investir e modernizar equipamentos de saúde já existentes, pois sendo assim o investimento ficará para a eternidade.

Precisamos de uma gestão sistematizada que vai das medidas estruturantes e aos procedimentos operacionais, até às medidas de natureza simples, porém assertivas, como por exemplo, túneis de desinfecção, distribuição de máscaras e álcool gel para a população de forma gratuita, acompanhamento dos casos pari passo, enfim, algo palpável e que equacione o problema. Vale ressaltar que estamos diante de algo inédito, um mal invisível, que ao que parece, não é um caso único, e isto dificulta a resolução deste problema, porém é momento de cortamos o supérfluo e investirmos no essencial para salvarmos vidas e famílias.  

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* O autor é Professor da Rede Estadual de Ensino, Cientista Político, Cientista Social e Antropólogo pela UFSCar- Universidade Federal de São Carlos. Graduando em História pela UNIP - Universidade Paulista, Assessor Parlamentar e apaixonado pela vida. É colunista dos sites: São Carlos Agora, Sucesso São Carlos, Região em Destake, São Carlos Dia e Noite, dos Jornais “Primeira Página”, “Gazeta Central” e da Revista Ponto Jovem. Idealizador e Coordenador da Ação Social “Unidos Somos Fortes” e um blog em seu site: brunozancheta.com.br.



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