NESTA QUINTA-FEIRA (12/12) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 – Avenida Trabalhador São-carlense (BAIRRO/CENTRO) vELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 2 – Avenida Francisco Pereira Lopes (shopping/usp) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 3 – Avenida Bruno Ruggiero Filho (bairro/shopping) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo –, mostrou que o brasileiro passou mais um ano no aperto. Guardar dinheiro e realizar alguns sonhos estão entre as principais promessas das pessoas, porém, por diversos motivos, nem todos conseguem colocar este planejamento em prática. 

Embora tenha caído, o número de desempregados no país continua alto: 12,5 milhões de pessoas, segundo do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. “Vários indivíduos optaram pelo trabalho informal para obter algum tipo de remuneração, valor este que oscila bastante, afinal o rendimento varia de um mês para o outro. Uma queixa que tem se tornado muito comum, são os salários baixos; para recolocar-se no mercado de trabalho, muitos chefes de famílias têm preenchido vagas que oferecem 30% a menos do salário anterior do profissional...E seja qual for a situação, todos necessitarão de um reajuste orçamentário no lar”, declara o Professor Carlos Afonso, que também é autor do livro Organize suas finanças e saia do vermelho. 

De janeiro a setembro, o ano de 2019 registrou alta no número de endividados, sequência que só foi quebrada apenas em outubro. Segundo a CNC, 64,7% do total de famílias relatou ter dívidas – contra 65,1% no mês anterior. Contudo, este percentual aumentou em relação a outubro de 2018, quando o índice foi de 60,7%. 

Na comparação mensal, houve aumento das famílias com dívidas ou contas em atraso (24,9% contra 24,5%), e aquelas que declaram não ter condições de pagar as contas ou dívidas atrasadas e que, portanto, permaneceram inadimplentes (10,1% antes 9,6%). O cartão de crédito configurou como o principal tipo de dívida do brasileiro, sendo apontado por 78,9% das famílias endividadas. Em seguida aparecem os carnês (15,5%) e o financiamento de carro (9,5%). 

Mediante as circunstâncias, o Professor Carlos dá quatro dicas para terminar o ano sem dívidas e começar 2020 com o pé direito. “É preciso que cada um reflita: o que foi feito em prol da sua saúde financeira e da família? Se a pessoa trabalhou para colocar as finanças em ordem, isso é bastante positivo. Mas, se nada foi feito, vamos trabalhar para reverter essa situação”, aponta ele, que compartilha: 

Orçamento para os presentes de Natal: estipule um orçamento para os presentes de final de ano. Faça uma lista com os nomes daqueles que receberão presentes ou lembrancinhas de Natal. Lembre-se que, quanto antes você começar a comprar os presentes, mais tempo terá para pesquisar preços e pechinchar. Além disso, recomenda-se não deixar para fazê-lo na última hora.

Ainda, dependendo da situação, vale uma decisão mais radical e optar por não comprar presentes ou lembrancinhas, e deixar os agrados para o ano seguinte, com mais alegria e sem preocupações com as contas. 

O mundo não acabará em 31/12/2019: acredite, após a meia noite do dia 31 de dezembro, teremos o dia 01 de janeiro, ou seja, o mundo não acabará. Portanto, é certeza que você precisará de reservas para pagar contas tradicionais de início de ano: IPVA, IPTU, material escolar e a fatura do cartão de crédito com os gastos das férias. Dica: reserve uma parte do 13º salário para fazer frente a essas despesas. 

Ainda não está controlando suas despesas? Se você ainda não está fazendo o controle das suas despesas por meio de uma planilha ou através de um aplicativo, saiba que você está incorrendo em pecado mortal. Quem não sabe onde emprega o dinheiro, não tem a menor condição de planejar o futuro. Colocar as contas em ordem e monitorá-las é o primeiro passo. 

Controle a compulsão por gastar: precisamos aprender a consumir somente aquilo que realmente é necessário para sobrevivência. O consumo desenfreado e sem planejamento, além de ser um problema para nossas finanças (pois normalmente ocorrem por impulso), também é um problema para a natureza, uma vez que usamos mais e mais recursos. Consumo consciente é a grande sacada. Todos ganham: nós e a natureza.

Sobre o Livro Organize suas finanças e saia do vermelho 

De leitura fácil e rápida compreensão, o livro ‘Organize suas finanças e saia do vermelho’ foi lançado em agosto de 2017, pelo especialista em finanças, Professor Carlos Afonso, que é administrador, contabilista e sócio-diretor do Grupo MCR. 

O autor traz conceitos fundamentais para uma boa educação financeira, a fim de evitar que as pessoas adquiram o endividamento financeiro ou, se a dívida já existe, desenvolve dicas de como sair dela. Além disso, a obra ensina o leitor a pensar no futuro e, de maneira confortável, fazer o seu “pé de meia”.  

‘Organize suas finanças e saia do vermelho’ traz uma luz sobre esse importante assunto que afeta a vida de qualquer pessoa, desde o nascimento até o último suspiro. Relacionar-se bem com o dinheiro garante sustentabilidade financeira e uma vida melhor, livre de privações. (http://www.livrosaiadovermelho.com.br/)



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