NESTA SEXTA-FEIRA (13/12) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 – Rua Rui Barbosa (CENTRO/BAIRRO) vELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 40 kM/H; 

RADAR 2 – Avenida Francisco Pereira Lopes (usp/ shopping) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 3 – Rua Miguel Petroni (rodovia/centro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que o desemprego no país foi de 12,3%, em média, no trimestre encerrado em maio. Ou seja, cerca de 13 milhões de pessoas estão atrás de uma nova oportunidade de trabalho no país. Essa busca por uma ocupação já fez também com que a categoria dos trabalhadores por conta própria batesse um recorde histórico, chegando a 24 milhões de pessoas no mesmo período – um crescimento de 5% em comparação com o mesmo trimestre de 2018. O que muitas pessoas ainda desconhecem é que a criação de uma cooperativa pode ser também uma opção para driblar o desemprego e a informalidade.

“Pessoas que atuam num mesmo ramo podem se juntar para constituir uma cooperativa, tornando o negócio muito mais organizado e competitivo, com chances de voos muito maiores e com todas as vantagens que o sistema cooperativista oferece, como poder gerir o próprio negócio, rateio de despesas e ganhos por produtividade”, diz Edivaldo Del Grande, presidente do Sescoop/SP – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de São Paulo e também da Ocesp – Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo. Só no Estado de São Paulo, são 1.025 cooperativas que atuam em 10 diferentes segmentos econômicos. Apenas no ramo Trabalho, são 148 cooperativas no Estado, que reúnem mais de 90 mil cooperados.

De acordo com a legislação brasileira, para uma cooperativa ser constituída é preciso um número mínimo de 20 pessoas, com exceção das cooperativas de trabalho, que podem ser formadas com pelo menos sete cooperados. “É necessário também um registro na OCE/OCB, ter o acompanhamento de um contador, inscrição estadual e alvará de funcionamento, entre outras obrigações”, enumera o presidente. Aos interessados, o Sescoop/SP tem um Programa de Orientação Cooperativista (POC) que oferece todo conhecimento necessário para que toquem o projeto com segurança jurídica e capacidade de autogestão. “Criado em 2012, o POC já recebeu mais de 7 mil pessoas interessadas em constituir uma cooperativa”, afirma o presidente.

Genilson Vieira, diretor da recém-constituída COOPER-IN - Cooperativa de Trabalho dos Profissionais de Tecnologia da Informação, participou recentemente do programa oferecido pelo Sescoop/SP. “Foi essencial para toda a parte de gestão e administração do negócio, ajudou a diminuir nossas dúvidas e a nos dar confiança no projeto proposto. Era o que precisávamos”, declara. “Somos especialistas no que fazemos, porém a parte de gestão foi algo que o POC nos ensinou, nos instruiu e nos orientou até a consolidação do nosso negócio”, completa Vieira, que já revela planos de expansão da cooperativa.

Del Grande também reforça a ideia de que nas cooperativas todos, sem exceção, são donos do negócio. “Não existe um chefe, um dono. Essa figura não existe. Nas cooperativas, a gestão é democrática, com a participação econômica de todos os sócios na formação do capital social, bem como na participação decisória”, conclui o presidente.

 



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leitor assíduo | 02 Agosto 2018
Absolvido, mas se acabou na bebida. Inocente alcoólatra. Quem o prejulgou deve estar arrependido. A presunção de inocência foi irresponsavelmente ignorada. Oxalá, consiga superar o trauma e recuperar a disposição de viver saudavelmente. Parabéns ao advogado que o defendeu.