NESTA QUINTA-FEIRA (18/7) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 – AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 - AVENIDA GETÚLIO VARGAS (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - AVENIDA MORUMBI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H.

O inchaço da máquina pública é um problema que acomete a maior parte das prefeituras do Brasil. E são os elevados gastos com pessoal que compõem a maior parcela de custos das administrações públicas municipais. Com isso, pouco sobra para investir em melhorias à população, especialmente nas áreas que são de responsabilidade das prefeituras. Para resolver esse problema, os gestores precisam arrumar a casa. Mexer, trocar e se desfazer do que não serve e, principalmente, daquilo que só gera despesas desnecessárias.

A solução para esse problema está na capacidade dos gestores de conhecer cada unidade da Administração Direta e da Indireta, desde o menor setor até os departamentos e Secretarias, para saber o que fazem e com que eficiência e custo. Só assim é possível avaliar se os serviços que cada unidade presta devem continuar, se devem permanecer da mesma maneira ou se podem ser agrupados aos de outra. O excesso de Secretarias gera custos desnecessários e, de uma maneira geral, a capacidade de um bom gestor não comporta gerir mais de 10 subordinados. Acima disso é desperdício e inexistência de controle.

Portanto, recomenda-se aos gestores que se perguntem e avaliem de fato se o número de funcionários é compatível com a necessidade dos serviços que são realizados, pois o número ideal de servidores públicos é justamente aquele que promove uma prestação de serviços eficientes.  Mas, infelizmente, não são muitos os gestores que se preocupam com a eficiência e, por consequência, com o aperfeiçoamento e treinamento dos servidores.

Até porque, outro problema corriqueiro é a criação de cargos e órgãos para acomodar aliados políticos e, assim, garantir melhor governabilidade, já que sem o apoio de grupos políticos, particularmente no Poder Legislativo, o chefe do Executivo não consegue aprovar Planos, Programas e Leis. Naturalmente, a participação dos aliados na administração é uma necessidade. Mas, se a real intenção do gestor for mesmo promover o melhor governo para a cidade e sua população, esse jogo político deve estar sempre sujeito aos princípios de eficiência e também da moralidade. 

* Walter Penninck Caetano, economista e Diretor da Conam – Consultoria em Administração Municipal

 



Adicionar comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Portal SCDN. Se achar algo que viole as regras de uso, denuncie.


Código de segurança
Atualizar codigo