NESTA SEGUNDA-FEIRA (26/08) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - Rua José Bonifácio x Rua 1º de Maio (CENTRO/bairro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H; 

RADAR 2 - Avenida Morumbi (CENTRO/bairro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H; 

RADAR 3 - Avenida Getúlio Vargas (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

 

Perseguição, palavra definida pelo Dicionário Aurélio de língua portuguesa como o ato ou efeito de perseguir, de ir ao encalço de uma pessoa ou coisa que foge, ou mesmo o ato ou efeito de oprimir ou prejudicar alguém.

Só por essa definição que não é minha e nem sua observa-se a sordidez deste ato que visa tão escabrosa atitude já que, a opressão e o prejuízo ao próximo podem ser penalizadas de acordo com a Lei.

Mas os constantes relatos e as constantes reclamações que se observa na cidade de que a nova administração está realizando uma perseguição implacável ao funcionalismo público.

Tais atitudes se comprovadas, mostram que a submersão das cinco derrotas que Altomani teve em sua vida política, criou um desejo de ódio aos seus opositores, de vingança, do dizer, – quando eu ganhar meus inimigos sentirão a minha vingança -.

Olha cá pra nós, isso mesmo sendo errado é perfeitamente compreensível no mundo político que vivemos, pois a coisa anda tão descambada que não seria surpresa pra ninguém se isso ocorresse de outro lado, ou seja, se viesse do PT também.

Mas o que mais preocupa é o desejo da vingança cega, da vingança míope, da falta de inteligência de imaginar que na cidade só existem pessoas que vestem a cor vermelha ou a cor azul. Isso mostra uma pequenez de capacidade de gerenciar uma política que agregue valores à própria administração e à comunidade.

São Carlos já passou há tempos atrás por uma experiência horrível de administrações que viviam e se mantinham sobre a batuta do capanguismo, da opressão, do cala a boca se não eu vou te bater, e tais fatos de agora trazem esta temerosidade.

Isso tem que acabar, pois o funcionalismo público municipal não merece ser tratado assim e entenda-se como isso, o funcionário que prestou concurso público, aquele que deteve o direito de trabalhar para o município e que vem prestando valorosa contribuição à cidade por varias administrações de várias cores e que ficará em seu cargo enquanto os governantes irão passar, ou seja, os prefeitos mudam, mas o funcionalismo é o mesmo e tem que ser respeitado.

Oprimir estas pessoas é no mínimo uma atitude cega, já que não existe administração que dê certo sem a contribuição do funcionalismo público, sem o suor do seu trabalho. Como podem pessoas que nem concursos públicos realizaram oprimir pessoas que estão no cargo por direito e não por uma canetada de um administrador qualquer ou pontual?

Oprimir estas pessoas é uma atitude que deve ser investigada, pois, sabemos de relatos de pessoas que já adoeceram que foram parar no hospital por essas ações de perseguição; onde isso vai parar, numa morte? E se alguém morrer por isso quem pagará por esta covardia.

Fica aqui a minha indignação e critica ao Sindicato dos Servidores Públicos e Autárquicos do município que até agora não colocou no papel tais reclamações, não se prontificou a ouvir estas pessoas a dar-lhes a guarida necessária para a continuidade de seu trabalho, não acionou o Ministério Público do Trabalho e nem a Subdelegacia do Trabalho.

Fica aqui a minha indignação contra a Promotoria Pública do Ministério do Trabalho e também à Subdelegacia do Trabalho que até agora passados seis meses de perseguição não saíram da cadeira para investigar tais ações.

Estas atitudes de perseguição devem ser apuradas, pois sinalizam algo mais grave na ponta do iceberg, pois quando o ódio aflorar mais ainda nas próximas eleições, isso pode ter consequências irrevogáveis a garantia da vida e da cidadania das pessoas.

Acho que essa rixa entre PT e PSDB na cidade já encheu a paciência e o povo não merece isso, muito menos o funcionalismo público concursado que vem a cada dia sofrendo com esta humilhação. Se PT e PSDB têm rixas que montem um ringue dentro dos seus quintais e se digladiem até o exalar de todo esse ódio, mas que se pare de desabafar sua incapacidade no funcionário que prestou concurso e adquiriu o direito de trabalhar honestamente.

Diz um ditado que são nas pequenas coisas ou nos pequenos atos que você conhece o caráter e a personalidade de uma pessoa. O ato de perseguir se assemelha ao ato ditatorial de oprimir e a democracia não necessita mais de pessoas desta índole em nosso meio.

Fica aqui nosso manifesto de repúdio inexorável a estas perseguições e que o MP do Trabalho, Subdelegacia do Trabalho, Sindspam, Câmara de Vereadores e demais instituições do estado democrático de direito investiguem isso para o bem de nossa cidade.

Marco Aurélio de Alcântara Dias é colaborador do portal SCDN

 



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