NESTA SEGUNDA-FEIRA (16/09) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - Rua Miguel Petroni (CENTRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 2 – Av. Francisco Pereira Lopes (USP/SHOPPING) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 – Av. Comendador Alfredo Maffei (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

Neste mês de junho, a Biblioteca Comunitária (BCo) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está apresentando três exposições: "Universo colorido", "Flash Fiction" e "Negrumes em palavras: um treze de maio à goela abaixo". A primeira, de autoria de Claudio Rosante, tem pinturas em telas - que procuram, com simplicidade, retratar a consciência harmônica das cores - produzidas com técnicas variadas como lápis de cor, aquarela, pintura a óleo, pintura acrílica, grafite, giz pastel, nanquim e carvão. Rosante é químico industrial, matemático, pedagogo, artista plástico, pós-graduado em Metodologia Científica e mestre em Ciência e Engenharia de Materiais pela Universidade de São Paulo (USP). É, também, docente no Senac e coordenador das oficinas de Artes Visuais da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, além de professor da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Suas obras estão disponíveis no saguão principal da BCo, na área Norte do Campus São Carlos da UFSCar.

Outra mostra que pode ser visitada no saguão, "Flash Fiction", é composta por desenhos e contos em Inglês. São 17 ilustrações feitas por alunos - entre 17 e 25 anos - da escola de Inglês The Four. Os desenhos acompanham contos em Língua Inglesa, de autoria da revisora e tradutora Jane Godwin Coury, relacionados à sustentabilidade e a diversas identidades humanas. Segundo Coury, ora os desenhistas produziram suas próprias interpretações dos contos após a leitura, ora ela mesma escrevia os textos inspirada nos desenhos já feitos pelos estudantes. A mostra revela a fusão entre traços e palavras. O intuito de expor os trabalhos na BCo é destacar que a leitura pode e deve ser estimulada de diversas formas. Os desenhos e contos expostos são fruto de uma parceria da The Four, coordenada por Silvana Dibo, com a empresa Native English, coordenada por Coury, e faz parte da série de e-books "Help! Preciso de atividades para meus alunos", do volume "Reading", de autoria de Dibo e Coury.

Já a exposição "Negrumes em palavras: um treze de maio à goela abaixo" contempla escritos e fotografias sobre o movimento negro no Brasil, em uma espécie de complemento entre as linguagens imagética e poética. Os poemas são de autoria de Bruno Caldeira, escritor e estudante do curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação da UFSCar, e as fotos foram tiradas pelo fotógrafo Filippo Ferreira da Costa Pugliesi. "O intuito da mostra é retratar um outro 13 de maio, distinto daquele que existe no imaginário da população brasileira", explica Caldeira.

Segundo o escritor, o destaque da exposição está nas vozes das pessoas negras, contando suas próprias histórias e trajetórias. "O objetivo é causar inquietação junto ao público, provocando reflexões que sejam capazes de desconstruir um imaginário racista, e revelar que a população negra vem sofrendo um grande silenciamento sobre suas narrativas", destaca. Nesse sentido, as obras evidenciam aos visitantes que existem outros tipos de narrativas relacionadas ao movimento negro, daí a importância de realizar um exercício de escuta do outro. Esta mostra está disponível no Piso 2 da Biblioteca.

As exposições são gratuitas, abertas ao público e podem ser vistas até o dia 28 de junho, de segunda a sexta-feira, das 8 às 22 horas, e aos sábados, entre 8 e 14 horas.



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