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Atividades sobre educação sexual, desenvolvidas em duas etapas na escola municipal de Araraquara Olga Ferreira Campos, no Jardim Universal, se transformaram em polêmica depois que uma mãe de um aluno do quinto ano tomou conhecimento da temática abordada (vídeo abaixo).

A mulher, que pediu para não ser identificada, disse que depois de uma palestra sobre ideologia de gênero, na semana passada, o filho de 10 anos chegou em casa contando que é normal “menino nascer no de menina e menina nascer no corpo de menino”.

A mãe, que é evangélica, teria explicado à criança que isso não existe. Ela disse que não aceita que esse tipo de assunto seja apresentado ao seu filho, neste momento, por causa da idade. E ligou na escola para reclamar com a direção. “Eles poderiam melhorar as aulas de português e matemática para depois pensar em educação sexual”, reclamou a mãe. 

O que diz a escola

A coordenação pedagógica da EMEF Olga Ferreira Campos não gravou entrevista, mas explicou que os temas sexualidade e ideologia de gênero são apresentados aos alunos em palestras na escola em duas oportunidades.

A primeira foi na semana passada. Hoje, quinta-feira (14), aconteceria a última palestra para alunos do quinto, oitavo e nono anos. A coordenadora da escola apresentou um bilhete que teria sido enviado aos pais informando as atividades. Quem não concorda poderia não mandar o filho para a escola no dia da atividade sobre educação sexual, que ocorre em parceria com o posto de saúde do bairro e alunos de medicina. 



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