NESTA SEXTA-FEIRA (07/08) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - RUA RUI BARBOSA (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 40 KM/H;

RADAR 2 - RUA MIGUEL PETRONI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - AVENIDA JOÃO DE GUZZI X RUA MARCOS VINICIUS DE M. MORAES - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

Com a falta de chuva, aumenta a preocupação com as matas e florestas devido ao grande risco de incêndios. Em São Carlos, não chove há 27 dias, segundo a Defesa Civil de São Carlos. E na tarde da última terça-feira (28), um incêndio de grandes proporções atingiu uma área de preservação ambiental no Residencial Samambaia, atrás da área do Cerrado da UFSCar, campus São Carlos. 

"O Cerrado da UFSCar só não foi atingido devido ao trabalho de manutenção com aceiros e o zoneamento da área, que possibilitou o acesso do Corpo de Bombeiros de São Carlos ao local do incêndio", informou a Secretaria de Gestão Ambiental (SGAS). 

Com o risco de incêndios no período de estiagem, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) intensifica uma série de ações para a proteção do Cerrado do campus São Carlos. Uma ronda é realizada a cada 30 minutos nas áreas naturais. Quando surgem sinais de focos de incêndio (fumaça ou fuligem), nas proximidades da UFSCar ou mesmo no interior de suas áreas, é sempre feita uma verificação imediata, in loco, pelos vigilantes. Se um foco do incêndio é identificado, os vigilantes acionam a Prefeitura Universitária (PU), que inicia o combate ao fogo usando o caminhão-pipa da Universidade, que tem capacidade de 7 mil L, e abafadores. 

Quando o incêndio é na área do entorno, na zona canavieira, os caminhões-pipa da Usina Raízen, responsável pelas áreas de cana, auxiliam no controle do fogo. Somente em 2020, os vigilantes ajudaram no controle de três focos de incêndios nas áreas da UFSCar e em seu entorno, o que foi essencial para não ocorrer a propagação do fogo.

Outra ação extremamente importante é a manutenção dos aceiros, essenciais para manter o fogo longe das áreas naturais do campus. Aceiros são faixas ao longo de divisas, cercas e áreas de vegetação nativa livres de vegetação. A vegetação é removida da superfície do solo para prevenir a passagem ou propagação do fogo. A ação é realizada   de forma bianual e o trabalho de 2020 está em andamento. No meio tempo, a Seção de Urbanização (SeUrb) atua na limpeza dos aceiros, para reduzir os riscos.  

O Cerrado da UFSCar - O campus de São Carlos da UFSCar é contemplado com um fragmento de aproximadamente 260 hectares de cerrado. Esse ambiente é utilizado por pessoas da cidade como área de lazer, para a prática de atividades físicas diversas, contato com a natureza e observação de aves, fotografia de paisagens e registro de momentos pessoais, coleta de frutos nativos, visita como ponto turístico, em especial o ecoturismo regional, além de outros usos.

O Cerrado da UFSCar é um laboratório a céu aberto para professores da UFSCar e de outras universidades, professores do ensino municipal e estadual, educadores ambientais de várias instituições regionais, estudantes de graduação, pós-graduação e pesquisadores de diversas áreas que desenvolvem estudos no local. 

Atualmente, o acesso ao Cerrado está proibido devido a pandemia da COVID-19. Apenas pesquisadores, servidores e estudantes envolvidos em atividades essenciais de trabalho e pesquisa podem entrar no local. A Portaria GR 4.441, de caráter emergencial, também dá respaldo aos vigilantes quanto a ações de fiscalização.



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