NESTA SEXTA-FEIRA (07/08) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - RUA RUI BARBOSA (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 40 KM/H;

RADAR 2 - RUA MIGUEL PETRONI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - AVENIDA JOÃO DE GUZZI X RUA MARCOS VINICIUS DE M. MORAES - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

A Vigilância Epidemiológica divulga semanalmente, além do boletim diário, um relatório de casos, com a compilação dos dados da série histórica da incidência da COVID-19 em São Carlos. Esta quarta edição reúne as informações dos casos até 30 de junho ao meio dia. 

Até o fechamento deste quarto relatório, 80,65% dos casos notificados na cidade já estavam recuperados da COVID-19 e 16,82% se encontravam ativos, mantendo números bem semelhantes aos da semana anterior. 

A Taxa de Letalidade no município até este fechamento teve ligeira queda, foi de 2,8% na semana anterior para 2,53% nesta semana. A Taxa de Letalidade é a relação entre o número de óbitos e o número de casos diagnosticados dentro da mesma doença. 

A análise do perfil dos casos confirmados mostra que a COVID-19 em São Carlos continua incidindo mais entre os homens: 56% dos infectados são do gênero masculino e 44% do gênero feminino. 

Em termos de idade, entre os homens, a maior ocorrência continua entre os 31 e os 40 anos. 16,82% de todos os casos são do gênero masculino neste intervalo de idade. Entre as mulheres, agora a maior incidência é entre os 21 e os 30 anos de idade – 9,67% dos casos. 

Na faixa etária até 10 anos, 5 novos casos foram notificados e a taxa de incidência entre as crianças nesta idade ficou em 3,48% do total. Entre os idosos acima de 60 anos (grupo de risco), a incidência de COVID-19 manteve-se com uma proporção semelhante à da semana anterior e agora corresponde a 11,6% dos casos, com 15 novas notificações, chegando a 60 positivos nesta faixa etária. 

A Curva de Início de Sintomas considera as datas em que os contaminados sintomáticos relataram os primeiros sinais de COVID-19 e não a data do diagnóstico ou de divulgação dos mesmos. Por esse motivo é um parâmetro mais preciso para compreender em qual fase de transmissão um território se encontra e como tem variado a velocidade da contaminação neste local. 

Três novos gráficos integram o relatório de casos a partir dessa semana, demonstrando a variação das notificações de casos positivos, casos negativos (descartados por teste) e de síndrome gripal a cada semana, desde o primeiro boletim diário, apresentado em 16 de março. 

Estes gráficos consideram as datas em que as notificações foram divulgadas ao público pela Vigilância Epidemiológico e pelo Subcomitê de Comunicação. Lembrando que os dados sobre Síndrome Gripal começaram a ser anunciados a partir de 27 de março, na segunda semana da reunião de dados. 

O próximo relatório de casos será divulgado a partir de terça-feira, 07 de julho.



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