NESTA SEXTA-FEIRA (05/06) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 – AVENIDA TRABALHADOR SÃO-CARLENSE (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 – RUA JOAQUIM RODRIGUES BRAVO (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H;

RADAR 3 – RUA RUI BARBOSA (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 40 KM/H.

A Prefeitura de São Carlos começou neste sábado (04/04) as obras de reforma do Ginásio Milton Olaio Filho, local que vai se transformar em um hospital de campanha para atender os casos do novo Coronavírus (COVID-19).

Os trabalhos estão sendo coordenados pelos secretários de Esportes e Cultura, Edson Ferraz, de Saúde, Marcos Palermo, de Obras Públicas, Reginaldo Peronti e pelo presidente da Prohab, Júlio Cesar Alves Ferreira, todos membros do Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus.

“Foram analisados vários locais, inclusive o Centro de Convenções e a pista de saúde da Universidade Federal de São Carlos, porém buscamos ajuda de um engenheiro que desenvolve projetos para hospitais, das Vigilâncias Sanitária e Epidemiológica, de uma equipe técnica formada por médicos e a melhor opção para a montagem de um hospital neste momento foi no Ginásio Milton Olaio Filho, que ainda precisa de adaptações e reformas para poder atender com segurança pacientes com a doença”, explicou Edson Ferraz, secretário de Esportes e Cultura e membro do Comitê.

Ferraz disse, ainda, que os serviços estão sendo contratados por atas de registros de preços das 4 pastas. “A previsão é que sejam investidos aproximadamente R$ 150 mil na reforma do Ginásio. Vamos fazer todas as obras necessárias e entregamos para a Secretaria de Saúde montar a estrutura do Hospital”.

Por solicitação do Departamento de Vigilância e Saúde, que coordena a Vigilância Epidemiológica e a Unidade de Vigilância Sanitária (VISAM), a pintura do teto e paredes na cor branca já começou, além da cobertura do anel superior. Também estão previstos reparos nas partes elétrica, hidráulica e de limpeza geral nas áreas internas e externas.

Para montar o hospital, com 120 leitos de enfermaria, portanto de baixa e média complexidade, a Prefeitura vai contratar, emergencialmente, uma empresa para a montagem de toda a estrutura dos leitos e instalação dos móveis e equipamentos hospitalares. “Tentamos alugar os equipamentos hospitalares, mas não conseguimos, portanto, a saída é contratar uma empresa que ofereça tudo, inclusive os profissionais necessários da área da saúde para o funcionamento do hospital”, explica o secretário de Saúde, Marcos Palermo, lembrando que a unidade hospitalar que será montada no Ginásio vai atender aqueles pacientes estabilizados, mas que ainda necessitam de internação.

Já os novos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) serão instalados nos hospitais de forma gradual. A cidade tem, hoje, 20 leitos de UTI pelo SUS e outros 20 na rede particular de saúde, por isso a Prefeitura pretende montar mais 50 novos leitos de alta complexidade.



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