NESTA SEXTA-FEIRA (18/09) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - AVENIDA TRABALHADOR SÃO-CARLENSE (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - AVENIDA JOÃO DE GUZZI X RUA MARCOS VINICIUS DE M. MORAES - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - AVENIDA HENRIQUE GREGORI (SHOPPING/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

A descoberta do diagnóstico de demência normalmente causa impacto na vida de pacientes e de seus familiares, considerando-se tratar-se de uma doença ainda sem cura e que causa degeneração cerebral progressiva.

As alterações cognitivas e comportamentais nos pacientes e as mudanças na dinâmica familiar para cuidar desse idoso geralmente são acompanhadas de sentimentos de medo, angústia e raiva.

Para enfrentar melhor as diferentes fases da doença, a ABRAz (Associação Brasileira Alzheimer) sub-regional São Carlos oferece Grupos de Apoio aos familiares-cuidadores com o objetivo de instruir, acolher, esclarecer dúvidas e indicar serviços de assistência aos mesmos.

Para fevereiro está programada para terça-feira, 18, às 19h15, a palestra “Estratégias para aliviar o estresse e a sobrecarga do cuidador” que será ministrada pela enfermeira, professora doutora Aline Cristina Martins Gratão que é chefe do Departamento de Gerontologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O encontro será realizado no Auditório da Santa Casa de São Carlos - Rua Paulino Botelho de Abreu Sampaio, 573 - Portaria 1.

As atividades da ABRAz são gratuitas e abertas aos interessados em conhecer sobre a demência e seus reflexos no paciente, familiares e cuidadores.

Na análise de Aline os familiares-cuidadores de pessoas com Doença de Alzheimer (DA) têm um risco maior de desenvolver problemas de ordem psicológica, física, social e financeira do que pessoas não cuidadoras. “Percebe-se, que os idosos com demência não são os únicos prejudicados pela doença. Quem sofre imediata e diretamente as consequências negativas de ter que lidar com um parente com DA são os cuidadores, relata.

Para ajudar os cuidadores, necessita-se de modelos de intervenção que abordem as demandas práticas que surgem nesse contexto do cuidado. “A proposta é apresentar as estratégias psicoeducativas como fazer com que o cuidador entenda e mantenha-se informado sobre a DA”.

Outro ponto, segundo Aline, é aumentar o uso de estratégias de enfrentamento focadas na resolução de problemas e ampliar a frequência da prática de atividades prazerosas. “Sobretudo, empregar técnicas de estimulação cognitiva, para contornar, de forma positiva, comportamentos problemáticos do idoso com DA”.

Na avaliação de Aline, é preponderante a elaboração de intervenções que estimulem a promoção do bem-estar de pessoas nesse contexto, de forma que o cuidar de um parente com DA seja uma experiência mais positiva do que negativa. Essas e outras dicas serão abordadas na palestra.

 

 

 

 



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