NA TERÇA-FEIRA (14/07) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 – AVENIDA GETÚLIO VARGAS (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - AVENIDA DRº HEITOR JOSÉ REALLI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 – RUA DRº MARINO DA COSTA TERRA (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H.

São Carlos tem 14,5 mil pequenas e micro empresas ativas, enquanto Araraquara tem 11,9 mil e Rio Claro 9 mil. Esses são números da Associação de Garantia de Crédito Paulista (AGCP) que atua para facilitar o crédito a esse universo de empresas, responsáveis pela maior parte dos empregos gerados na economia.

Um evento realizado na noite de quarta-feira (12) no Palácio do Comércio reuniu integrantes da cooperativa de crédito Sicoob Crediacisc – a única formada exclusivamente por empresários de São Carlos –, da Associação Comercial (Acisc) e do Sebrae São Carlos para difundir as vantagens do município integrar a AGCP, que é a primeira do gênero no Estado de São Paulo.

O gerente executivo da AGCP, Mateus Augusto de Oliveira, explicou que as maiores dificuldades na obtenção de crédito estão nas altas taxas de juros e na falta de garantias. “A Associação não tem fins lucrativos e seu objetivo é facilitar o crédito para a micro e pequena empresa”, frisou.

Segundo Oliveira, das 14.575 micro e pequenas empresas de São Carlos, 3,6 mil são Micro Empreendedoras Individuais (MEI’s), 9,1 mil são micro e 1,8 mil pequenas. “As grandes e médias têm outros mecanismos de suporte”, explicou. Para Oliveira, entre os objetivos da AGCP estão o acesso facilitado ao crédito e a redução da mortalidade das empresas. “Em São Paulo, uma em cada quatro empresas fecha as portas em quatro anos”, disse.

A Associação de Garantia de Crédito Paulista (AGCP) recebe aporte do Sebrae, das Cooperativas de Crédito e das Associações Comerciais de São Carlos, Americana, Araraquara, Rio Claro, Limeira e Guarulhos. “Garantimos 70% do valor tomado, com isso o risco para a cooperativa fica em 30%, permitindo praticar taxas de juros menores”, detalhou.

O gerente do Sebrae São Carlos, Elton Yokomizo, ressaltou a importância da parceria. “É fundamental que os empresários se sensibilizem sobre esse fundo garantidor e propaguem o benefício”, observou. Já o gerente administrativo da Acisc, Alexandre Rosa, disse que a AGCP coroa o trabalho das entidades e que a divulgação entre os 2,2 mil associados será enfatizada.

Levantamento do próprio Sebrae mostra que 33% das micro e pequenas empresas não conseguem validar financiamento bancário. “O fundo garantidor facilita essa contratação e dá garantias à cooperativa”, frisou Adão Luís Garcia, gerente da Crediacisc. “Esse fundo faz toda a diferença para as micro e pequenas empresas”, observou.

“Assim como no Brasil, há dinheiro sobrando na cooperativa para emprestar, os grandes bancos preferem emprestar para o Banco Central, já a cooperativa de crédito tem o objetivo de fomentar a economia local”, explicou o secretário executivo da Crediacisc, Marcos Martinelli. Ele explicou que atualmente o sistema bancário classifica as pessoas quanto ao score de crédito. “Muitos não sabem como isso funciona. Na cooperativa oferecemos orientação gratuita e sigilosa a qualquer pessoa da comunidade porque praticamos educação financeira”, esclareceu.

Martinelli enfatizou que a AGCP funciona como um prêmio aos bons pagadores e que para a cooperativa de crédito é fundamental a existência do fundo garantidor. “Nós não temos fins lucrativos, precisamos de superávit, mas sem explorar e, por outro lado, necessitamos de segurança para emprestar o dinheiro do cooperado”, disse.

Fundada em 2005 com 30 cooperados e um patrimônio de R$ 30 mil, a Crediacisc tem um patrimônio de R$ 4 milhões, cerca 1,7 mil cooperados e movimenta R$ 21 milhões por ano em ativos. Para saber mais procure uma das unidades da cooperativa (av. São Carlos, 2123; av. Sallum, 526 ou rua General Osório, 415).  
 
 
 
 
 


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