NESTA SEGUNDA-FEIRA (17/02/2020) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - AVENIDA HENRIQUE GREGORI (BAIRRO/SHOPPING) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 - AVENIDA HENRIQUE GREGORI (SHOPPING/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - RUA JOSÉ BONIFÁCIO X RUA 1º DE MAIO (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H.

 

A histórica balsa do distrito de Santa Eudóxia que atualmente se encontra abandonada e sem operação, pela segunda vez nos últimos anos, se desprendeu do cabo que a sustentava e esta sendo levada pela força das águas do Rio Mogi-Guaçu com destino a ponte que passa na rodovia Engenheiro Thales de Lorena Peixoto Júnior (SP-318) que liga São Carlos à Ribeirão Preto.

O local onde a balsa vai parar é incerto já que o rio está bem cheio. Por décadas este equipamento auxiliou no transporte de cargas, pessoas e animais, atravessando o rio Mogi ligando São Carlos a Luiz Antônio.

O atual secretário de Habitação João Muller, publicou em sua rede social que em 2019 foi conquistado R$ 150 mil do vereador Lucão Fernandes para restauração da balsa.

Com a desativação do serviço de balsa que era realizado no local desde 1948, o Distrito de Santa Eudóxia ficou praticamente isolado, sem a possibilidade de transporte na ligação entre São Carlos e Luis Antônio.

Este fato trouxe enorme prejuízo aos produtores agrícolas daquela região. A falta de condições para o transporte rodoviário na travessia do rio inviabiliza o escoamento da produção, sobretudo de cana de açúcar, pois os caminhões que saem de Santa Eudóxia têm de percorrer uma distância de 80 km a mais para ter acesso às usinas Ipiranga, de Descalvado, Santa Rita, de Santa Rita do Passa Quatro e Moreno, de Luiz Antônio.

 



Adicionar comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Portal SCDN. Se achar algo que viole as regras de uso, denuncie.


Código de segurança
Atualizar codigo