NESTA TERÇA-FEIRA (10/12) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 – RUA MIGUEL PETRONI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 – AVENIDA DR. HEITOR JOSÉ REALLI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 – AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

A tecnologia já possibilita que você, de qualquer lugar do mundo, possa interagir com dispositivos que estão em sua casa por meio da internet. Possibilitar essa ligação entre o mundo físico e o digital é o objetivo de uma área chamada Internet das Coisas, que foi foco de uma disciplina optativa ministrada este semestre a 25 estudantes da USP, em São Carlos. Na aula, os alunos tiveram a oportunidade de desenvolver projetos em grupo para resolver cinco diferentes problemas: rastrear objetos e automatizar umidificador de ar, ar-condicionado, sistema de iluminação e telescópio.
 
As soluções encontradas pelos estudantes serão apresentadas na próxima quarta-feira, 4 de dezembro, no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. A primeira mostra de projetos da disciplina Internet das Coisas é gratuita, aberta a todos os interessados, e acontecerá no Hiperespaço Gilberto Loibel, no hall da Biblioteca Achille Bassi, das 11 às 12 horas.
 
Sob orientação do professor Júlio Estrela, os alunos desenvolveram os projetos do zero, a partir de um kit educacional básico contendo diversos materiais como sensores, fios, multímetro, placa Raspberry Pi, microcontrolador, roteador sem fio, ferro e pasta de soldagem. Durante todo o semestre, os estudantes contaram com o apoio do professor Eduardo Simões, e trabalharam em equipe no Laboratório de Sistemas Distribuídos e Programação Concorrente, no bloco 1 do ICMC.
 
O resultado dessa primeira vez que a disciplina foi oferecida no ICMC impressionou: “Fiquei surpreendido com a capacidade que nossos alunos têm para criar soluções quando os problemas são bem apresentados e materiais adequados são oferecidos”, conta Júlio. Ele acredita que as soluções desenvolvidas na disciplina podem impactar diretamente o próprio ICMC e outras instituições públicas, como escolas, por exemplo, a partir da automatização de sistemas de iluminação e ar-condicionado. 

“Essa pequena experiência me permite dizer que é preciso investir mais em materiais didáticos para que os alunos possam colocar a mão na massa. É preciso que nós, educadores, busquemos novas formas de potencializar as oportunidades de aprendizagem. Nossos alunos precisam ser preparados para serem os protagonistas do aprendizado e criadores de soluções que vão causar impacto na sociedade”, finaliza o professor.

 


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