NESTA TERÇA-FEIRA (10/12) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 – RUA MIGUEL PETRONI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 – AVENIDA DR. HEITOR JOSÉ REALLI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 – AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

A Crediacisc, cooperativa de crédito de São Carlos formada por micro e pequenos empresários, completou 14 anos de funcionamento no último dia 28 de novembro. Para marcar a data, várias atividades foram realizadas nas três unidades e um grupo de cooperados participou de entrevistas em três emissoras de rádio da cidade.

Na quarta-feira (27), Marcos Martinelli, um dos fundadores e atual secretário executivo da Crediacisc, esteve na Rádio Pop acompanhado do cooperado Lucas Rodrigues. Segundo ele, a cooperativa tem uma outra maneira de lidar com os clientes. “Na Crediacisc somos parte da cooperativa, não somos apenas mais um número, como nos grandes bancos”, frisa Rodrigues.

Questionado sobre o atual cenário financeiro do país, Martinelli explicou que a Taxa Selic a 5% e o dólar a R$ 4,40 formam o cenário ideal para o especulador. “Houve uma mudança no modelo econômico do país que terá um custo a ser pago pela população. A Selic menor é bom para o governo, porque ele se financia com uma taxa de 5% ao ano, porém os recursos vão para outros meios especulativos”, salienta.

“O exportador está rindo de orelha a orelha. Ele vendia 1 dólar e recebia 2,50 reais há 3 anos, agora recebe quase 5 reais. Só que o valor do pãozinho também é baseado no dólar”, explica. De acordo com Martinelli, o micro e pequeno empresário é quem mais sofre porque não tem como repassar essa alta nos preços, uma vez que o país está com 13 milhões de desempregados. “A manutenção do desemprego não deixa de ser uma estratégia para manter os salários baixos”, analisa.

Para o secretário da Crediacisc, a tendência é que o brasileiro corra mais riscos para investir, uma vez que a poupança, devido a queda na Selic, pagará entre 3 e 3,5% ao ano. “Os grandes bancos e investidoras já prepararam a armadilha para dizer que o pequeno poupador pode ser um investidor. Eles vão tomar dinheiro e pagar 3% ao ano para emprestar a 10% ao mês no cheque especial”, destaca.

Na Clube AM, Martinelli, também acompanhado pelo cooperado Sílvio Donizete Possato, frisou que o setor imobiliário dá sinais de aquecimento. Possato disse que na cooperativa há especialistas que auxiliam os cooperados a compreender o mercado de investimentos, quais as melhores alternativas. O pequeno empresário, segundo ele, deve identificar suas dívidas e renegociá-las para depois pensar em investir. “A Crediacisc contratou advogados especialistas em renegociação de dívidas para orientar nossos cooperados”, lembrou.

Em entrevista à Rádio Universitária nesta quinta-feira (28), Martinelli, e a cooperada Gabriela Fonseca, fez questão de registrar o apoio da imprensa local. “Para além de qualquer relação comercial, a imprensa da cidade nos oferece um importante espaço para dialogarmos com a sociedade, e isso é fundamental”, disse Martinelli.

Diretoria – O presidente do Conselho de Administração da Crediacisc, Hercílio Antonio de Carvalho, destaca que desde a fundação a Crediacisc foca nos pequenos empresários. “O nosso foco é o micro e pequeno empresário, o pipoqueiro, a manicure, a cabeleireira, o mecânico. Eles precisam de crédito e na cooperativa encontraram o apoio necessário”, observa. Já o presidente da Diretoria Executiva, José Casemiro, frisou a trajetória de sucesso da cooperativa. “A Crediacisc começou com 30 empresários ligados à Acisc e hoje somos cerca de 2 mil”, recorda. 



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