NESTA QUINTA-FEIRA (18/7) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 – AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 - AVENIDA GETÚLIO VARGAS (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - AVENIDA MORUMBI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H.

Durante a realização da audiência pública para debater as constantes interrupções no fornecimento de energia pela CPFL, na ultima sexta-feira na Câmara Municipal de São Carlos, ficou claro que se a Prefeitura Municipal de São Carlos, for renovar o sistema de iluminação com lâmpadas de led, ficará ela responsável pela sua manutenção, pois a CPFL deixou claro que não trabalha com esse tipo de produto. “A CPFL trabalha, exclusivamente, com lâmpadas de vapor de sódio. Não damos manutenções em lâmpadas de LED”, foi o que disse o gerente de operação da empresa, André Marques.

Ele ainda informou que em São Carlos, trabalham duas equipes para manutenção. Eles atuam na cidade e em Ibaté, com uma média de troca de 35 lâmpadas queimadas por dia, de 70 reclamações no mesmo período.

Sobre as interrupções no fornecimento, Marques enumerou as principais causas em percentuais: 43% estão relacionadas a descargas elétricas, ventos e outras intempéries; 22% estão relacionadas às manutenções e acidentes com animais e 35% são classificadas como outras causas (furtos de cabos e abalroamento de veículos em postes).

Sobre os postes, recentemente, a CPFL divulgou as estatísticas. São Carlos é a cidade da região que registrou maior número de colisões de veículos contra postes, foram 40 ocorrências entre janeiro e abril deste ano.  No ano passado, a empresa de abastecimento de energia registrou 335 colisões que geraram falta de energia em diversos bairros. No balanço de 2018, Araraquara liderou o ranking com 124 casos, seguida por São Carlos, tendo 105 casos registrados.

De acordo com os dados da CPFL, as 335 ocorrências representam uma redução de 7,7% em relação aos 363 casos de interrupção do fornecimento pelo mesmo fator em 2017.

Outro problema apontado pela companhia, é a falta de poda em árvores. (Com informações do Jornal Primeira Página)



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