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A 21ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza para os grupos prioritários se encerrou no dia 31 de maio, em todo país. A partir dessa data o Ministério da Saúde liberou a vacina para o público em geral.

Em São Carlos durante a campanha foram aplicadas 52.135 doses da vacina, o que correspondeu auma cobertura vacinal de 65,16% do público alvo, porém a meta era imunizar 90% de uma população de 58 mil pessoas.

“Após a liberação da vacina para o público em geral, o que ocorreu no dia 3 junho, foram aplicadas mais 18 mil doses em São Carlos. Apesar de continuar até sexta-feira, dia 14 de junho, somente temos em estoque 2 mil doses, portanto solicitamos para quem é do grupo prioritário e não se vacinou, mesmo não tendo mais exclusividade, para que procure o mais rápido possível uma unidade de saúde para se imunizar”, solicita Kátia Spiller, supervisora da Vigilância Epidemiológica de São Carlos.

A supervisora da Vigilância ressalta, ainda, que terminando as doses destinadas para o município, termina a vacinação.

Febre Amarela - 

Para aumentar a cobertura vacinal em todo o Estado, a Secretaria de Estado da Saúde começou nesta segunda-feira (10/6), uma campanha de vacinação contra a febre amarela. Em São Carlos, a vacina está disponível em todas as unidades de saúde para as pessoas que ainda não tomaram nenhuma dose.

Desde 2008, São Carlos é área com recomendação permanente da vacina contra a febre amarela. Todas as pessoas que moram no município devem receber uma dose da vacina durante a vida.

Atualmente, a recomendação da vacina contra a febre amarela vale em todo o estado de São Paulo, devido à circulação do vírus silvestre. A diretora de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde, Helena Sato, destaca a importância da vacina. “A imunização é a principal forma de proteger a população contra a febre amarela. Por isso, é imprescindível que todas as pessoas ainda não imunizadas aproveitem essa campanha e tomem a vacina”, disse.

Devem consultar o médico sobre a necessidade da vacina os portadores de HIV, pacientes com tratamento quimioterápico concluído e transplantados. Não há indicação de imunização para grávidas, mulheres amamentando, crianças com até seis meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticóides em doses elevadas (como por exemplo, Lúpus e Artrite Reumatoide). Em caso de dúvida, é fundamental consultar o médico.

Na cidade, não há nenhum caso da doença registrado em 2019. Desde 1942, não há casos de febre amarela urbana no Brasil.



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