NESTA SEXTA-FEIRA (21/6) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - AVENIDA HENRIQUE GREGORI (BAIRRO/SHOPPING) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 - Rua AVENIDA FRANCISCO PEREIRA LOPES (USP/SHOPPING) - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - AVENIDA BRUNO RUGGIERO FILHO (SHOPPING/BAIRRO) - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

Com o objetivo de lutar pelo atendimento de qualidade na área da Saúde, a vereadora Cidinha do Oncológico (SD) – foto – apresentou na Câmara Municipal nesta quarta-feira (20) um requerimento solicitando à Prefeitura diversas informações sobre o Ambulatório Médico de Especialidades (AME). 

No documento, a parlamentar questiona quais são os exames e especialidades médicas disponibilizadas pelo AME à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de São Carlos e também se a relação dos serviços prestados  é direta entre  o AME e SMS ou via DRS (Departamento Regional de Saúde do Estado de São Paulo). 

AGENDA DE CONSULTAS - Além disso, Cidinha pergunta quantas consultas por especialidade são disponibilizadas, se há absenteísmo, se existe busca ativa pelos pacientes e como é redistribuída a agenda nos casos de ausência. Ela também indaga se há como ampliar a oferta de atendimento, se os agendamentos são realizados via portal CROSS e de quem é a responsabilidade de tal serviço. 

Entre outras questões feitas no requerimento, a vereadora pergunta como ter acesso aos quantitativos de SADTs (Serviços Auxiliares de Diagnose e Terapia) disponibilizados para São Carlos, se os exames e consultas realizados pelo AME são definidos pelo CIR (Conselho Intergestores Regionais) e como e onde são definidas as cotas por município. 

Ela ainda solicita que informem se existem cotas para consultas e exames emergenciais ambulatoriais para possíveis encaminhamentos a outros equipamentos de saúde e, em caso de resposta positiva, qual a demanda para o agendamento. A vereadora pergunta se existe um fluxo de consultas e exames vinculados ao Ambulatório de Oncologia do Município e, em caso de resposta positiva, quem é o responsável por este alinhamento e quais as cotas para tal. 

No requerimento, Cidinha também questiona se, com o possível referenciamento da porta de urgência e emergência da Santa Casa, poderá haver influência na grade assistencial do AME e, se positivo, qual poderia ser. Ela ainda cogita se é possível o Ambulatório participar, mesmo que como ouvinte e para possíveis esclarecimentos, no Conselho Municipal de Saúde.



Adicionar comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Portal SCDN. Se achar algo que viole as regras de uso, denuncie.


Código de segurança
Atualizar codigo