OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO EM OPERAÇÃO NESTA TERÇA-FEIRA (19/3) NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - Rua Ray Wesley Herrick (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H;

RADAR 2 - Rua Ray Wesley Herrick (BAIRRO/CENTRO) - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H;

RADAR 3 - Rua Dr. Marino da Costa Terra (CENTRO/BAIRRO) – VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 kM/H.

A Vigilância Epidemiológica confirmou que o sorotipo 2 da Dengue já circula em São Carlos. O vírus é tido como mais agressivo, uma vez que a maioria da população não está imunizada especificamente para esse sorotipo, o que pode levar a um aumento no número de infecções.

“É uma tendência que já vinha sendo observada. A gente já imaginava, principalmente porque em Araraquara, cidade vizinha, que sofre uma epidemia de Dengue, os resultados das amostras já confirmavam a predominância do DENV2”, disse Denise Scatolini, chefe da Seção de Apoio à Vigilância em Saúde e Informação da Secretaria Municipal de Saúde.

Em 2018 foram registradas em São Carlos 755 notificações da Dengue, sendo que 26 casos foram confirmados, sendo 16 autóctones e 10 importados. De Chikungunya foram 55 notificações, com 3 casos confirmados importados. Para Zika foram registradas 6 notificações, mas nenhum caso positivo e para febre amarela 10 notificações, porém ninguém contraiu a doença.

Em 2019 já temos 97 casos positivos de Dengue, sendo 69 autóctones e 28 importados. Até o momento foram registradas 666 notificações. Nenhum caso de Zika, Chikungunya ou Febre Amarela foi registrado até o momento.

De acordo com Denise Scatolini o número de notificações, assim como o número de casos positivos, deve aumentar. “Abril é o mês de pico da doença, de maior incidência, e também as pessoas que estão em área de risco e com sintomas vão ser classificados por critério clínico e epidemiológico”, explicou a chefe da Seção de Apoio à Vigilância em Saúde e Informação.

Os casos autóctones, que são os contraídos aqui na cidade mesmo, já foram confirmados nos bairros Vila Prado, Bela Vista, Boa Vista, região do grande Cidade Aracy, Antenor Garcia, Eduardo Abdelnur e Jardim São Carlos. “Os casos autóctones aumentam porque uma vez que temos o vetor voando, a disseminação da doença é muita rápida”, afirmou Scatolini lembrando que até o momento não foi registrado nenhum caso grave da doença.

A Equipe de Combate à Endemias confirma que os principais criadouros encontrados são: prato de planta, vaso de planta, bebedouro de animal, depósito para horticultura, depósito não elevado, pneus, piscina fixa e móvel, lona, baldes, latas, frascos e plásticos em geral (inservíveis, ou seja, que devem ser jogados no lixo e não são, e aqueles utilizados pelo morador), material de construção e carriola.

A Vigilância Epidemiológica orienta para que as pessoas com qualquer sintoma da doença, como febre alta, associada à dor de cabeça, prostração, dores musculares, nas juntas, atrás dos olhos, vermelhidão no corpo e coceira, procurem inicialmente as unidades básicas ou de saúde da família mais próxima da sua residência.

Os moradores que tiverem alguma dúvida sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti podem entrar em contato com Vigilância Epidemiológica pelo telefone (16) 3307-7405.

 



Comentário(s) 

0
cesar | 14 Março 2019
Século 21, o homem querendo povoar o "espaço sideral" e um simples pernilongo mostrando que o homem não é nada, que a natureza é bem mais sábia que qualquer cientista. Uma vergonha, os gestores esperam o surto, para depois tentar uma campanha de prevenção; também para ser edil ou alcaide, não precisa de estudo ou conhecimento, apenas ser bom em mentir e enganar o povo.
+3
Zé Silva | 03 Abril 2018
Seria melhor se a mídia se referisse a ele por "Vereador Leandro Augusto", já que "Guerreiro" é um apelidinho infame que ele mesmo se deu.
+3
Unabomber | 03 Abril 2018
Quando rolará o processo contra este infeliz?