NESTA SEGUNDA-FEIRA (25/6) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO NAS SEGUINTES VIAS:

RADAR 1 - RUA JOAQUIM RODRIGUES BRAVO (CENTRO/BAIRRO) - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H;

RADAR 2 - AV. JOÃO DE GUZZI X RUA MARCOS VINICIUS DE M. MORAES (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 – AV. BRUNO RUGGIERO FILHO (SHOPPING/BAIRRO) – VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

 

A Prefeitura de São Carlos usou R$ 900 mil dos R$ 2 milhões aprovados em crédito especial pela Câmara, segundo informações passadas pela Secretaria Municipal da Fazenda. Deste montante R$ 850 mil foi utilizado para o pagamento das rescisões dos trabalhadores, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), INSS e vale dos trabalhadores.

Os outros R$ 50 mil foram usados ao pagamento de fornecedores. “A Prefeitura de São Carlos abriu três contas bancárias para movimentar os valores da empresa, que estava sob intervenção. Nós fizemos os pagamentos por essas contas, com  notas fiscais atestadas pelo interventor”, disse o secretário de Fazenda, Mário Antunes.

No período de intervenção, nessas três contas bancárias, sobraram algo em torno de R$ 150 mil, mas algumas obrigações ficaram de ser cumpridas pelo município.

Quitadas todas as obrigações da Prefeitura durante a intervenção, a sobra poderá ser estornada e utilizada para outros fins, de acordo com o secretário Mário Antunes. “O prefeito Airton Garcia pediu o máximo cuidado com relação ao uso desse dinheiro”, comentou Mário Antunes.

A intervenção da Prefeitura no transporte público começou em 23 de janeiro e terminou em 7 de março. (Com informações do Jornal Primeira Página)



Comentário(s) 

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leitor assíduo | 13 Março 2018
Ora, vejam! A sucatur prometeu manter os funcionários contratados pela prefeitura, mas está demitindo-os. Mentiu descaradamente para que a intervenção terminasse. Será que não existe gente séria no transporte coletivo da cidade? Todos praticam a lei de gérson. O bom é levar vantagem em tudo e sempre, certo? A população só conseguirá livrar-se desses oportunistas quando for para a rua, para a câmara e para a prefeitura, exigindo respeito a seus direitos. Mobilização, já!