NESTA SEGUNDA-FEIRA (12/11/18) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO NAS SEGUINTES VIAS: 

RADAR 1 – RUA LOURENÇO INNOCENTINI (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H; 

RADAR 2 - RUA LOURENÇO INNOCENTINI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H. 

RADAR 3 - RUA DR. MARINO DA COSTA TERRA (CENTRO/BAIRRO) – VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H.

A equipe da Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (ARES-PCJ), dentro da programação do ProEESA (Projeto de Eficiência Energética em Sistemas de Abastecimento de Água), ministrou nesta quinta-feira (8), no auditório do Paço Municipal, uma aula teórica para os servidores do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos (SAAE) e para representantes de outros 9 municípios sobre melhorias dos processos de gestão de perdas de água e de eficiência energética. 

As orientações foram passadas pelos analistas da ARES-PCJ Thalita Salgado (coordenadora) e Julian Padilha, que acompanham os municípios selecionados por meio de Chamada Pública, entre eles São Carlos, Americana, Jundiaí, Pirassununga, Sorocaba, Brotas, Nova Odessa, Santa Rita do Passa Quatro, Porto Feliz e Itu.

Thalita Salgado, coordenadora do  ProEESA junto a ARES-PCJ, explicou que o projeto é realizado pelos governos do Brasil e Alemanha por meio da Secretaria Nacional de Saneamento do Ministério das Cidades e da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ). “Em todas as aulas enfocamos a otimização do uso de energia nos sistemas de abastecimentos, medições e verificações de energia, pois a ideia é proporcionar as autarquias ferramentas para que desenvolvam projetos de eficiência energética. O outro tema abordado é a perda de água com vazamentos”. 

A coordenadora justificou a escolha dos dois temas. “A média nacional de perda de água chega a 40%, sendo que muitos municípios brasileiros se quer tem sistema de medição, por isso acreditamos que esse percentual é bem maior. Já o consumo de energia, segundo pesquisas, é o primeiro ou segundo maior gasto das empresas de saneamento”, finalizou Thalita. 

“Quando assinamos o convênio entre os benefícios previstos estavam às capacitações. Esta ação contribui para a melhoria do nosso planejamento, da gestão dos sistemas, da qualidade dos serviços ofertados à população e para o aumento da mitigação do impacto ambiental proporcionado pela redução da perda de água na operação do sistema, e uso eficiente de energia elétrica. Aqui em São Carlos o custo da energia elétrica chega a R$ 2,2 milhões por mês e a nossa perda chega a 40%, índice que é nacional”, disse Benedito Marchezin, diretor presidente do SAAE São Carlos lembrando que a ARES-PCJ também acompanha e regula o cumprimento do Plano de Saneamento Básico dos Municípios. 

Antes do início da aula, Lucimara Zambon, gerente de Controle de Micromedição, e Rogério Correa Bernardes, engenheiro mecânico, ambos do SAAE São Carlos, apresentaram ações de combate as ligações clandestinas desenvolvidas pela autarquia. Encerrando o evento o professor Marco Reali, da USP São Carlos, falou sobre a perda de água nas ETAS (Estação de Tratamento de Água) na lavagem de filtros.



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