NESTA SEGUNDA-FEIRA (16/09) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - Rua Miguel Petroni (CENTRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 2 – Av. Francisco Pereira Lopes (USP/SHOPPING) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 – Av. Comendador Alfredo Maffei (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.


A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) manifestou apoio à nova lei paulista que obriga os bancos a instalar biombos nos caixas. A Lei 14.364, sancionada pelo governador Geraldo Alckmin na semana passada, obriga as agências e os postos de serviços bancários a colocar divisórias individuais opacas de 1,8 metro entre os caixas e o espaço reservado para clientes que aguardam atendimento.
 
"Apoiamos a instalação de biombos em frente aos caixas nos bancos, com o reposicionamento dos vigilantes para que também observem o espaço entre a fila de espera e a bateria de caixas, além da colocação de câmeras de vídeo para igualmente monitorar essa área", afirmou o coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Contraf, Ademir Wiederkehr.
 
Segundo o deputado federal Vanderlei Siraque (PT), autor do projeto de lei, a finalidade da norma é evitar o golpe conhecido como saidinha. "A intenção é garantir o sigilo das operações dos clientes e impedir a visualização pelo assaltante olheiro das operações feitas por clientes em atendimento, independentemente de ser saque, pagamento ou uma simples consulta ao atendente”.
 
A lei estadual, que ainda precisa ser regulamentada, não é pioneira no país. Aproximadamente 200 cidades brasileiras já implantaram novas normas para tentar coibir o golpe da “saidinha”.
 
De acordo com a Contraf, em João Pessoa (PB), onde os caixas passaram a ser protegidos por biombos, o número de ocorrências do golpe caiu drasticamente.
 
Outra medida defendida pelos bancários para combater esse tipo de crime é a isenção das tarifas de transferência de recursos, como DOC, TED, e ordens de pagamento, que são cobradas pelos principais bancos.
 
“O objetivo é reduzir a circulação de dinheiro na praça, uma vez que muitos clientes, quando precisam transferir valores para outros bancos, preferem efetuar saques para não pagar essas tarifas, virando alvo de assaltantes", ressaltou Wiederkehr.
 
[n][i]Agência Brasil[/][/]
 


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