NESTA QUINTA-FEIRA (01/10) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - AVENIDA HENRIQUE GREGORI (SHOPPING/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - AVENIDA BRUNO RUGGIERO FILHO (BAIRRO/SHOPPING) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

O Estado de São Paulo registra nesta segunda-feira (27) 1.825 mortes pelo novo coronavírus, 125 a mais desde ontem. Há também 21.696 casos confirmados da doença.

A doença se dispersa para o interior, litoral e Grande São Paulo, que já respondem por 1 a cada três óbitos e casos da COVID-19. Esses locais somam 653 óbitos (35,7% do total) e 7.707 casos (35,5%).

Das 645 cidades de SP, 131 já têm registro de uma ou mais vítimas fatais da COVID-19. A doença também já infectou pessoas em 288 cidades.

Desde ontem, houve queda de um ponto percentual da concentração na cidade de São Paulo, que agora responde por 64% dos casos e mortes do Estado, à medida que a doença se dispersa para outras localidades.

Hoje, há cerca de 8 mil pessoas internadas por suspeita ou confirmação de COVID-19, um aumento de mais de 500 pessoas nas últimas 24h. São 3.106 pacientes em UTI e 4.810 em enfermaria.

Também houve crescimento de um ponto percentual na taxa de ocupação dos leitos de UTI para atendimentos a COVID-19. Nesta segunda, está em 59,8% no Estado de São Paulo e 78,4% na Grande São Paulo.

O HCFMUSP, por exemplo, atingiu 95% de ocupação na UTI, e o Governo anunciou hoje a ativação de mais cem leitos do tipo na unidade (confira a coletiva de hoje: 

).

“Hoje é o terceiro dia de luto oficial, por conta de termos passado de mil mortes aqui na cidade de São Paulo. Certamente, se não fosse todo esse esforço que a Prefeitura, o Governo do Estado e a população fizeram ao longo dos últimos dias, em relação ao isolamento social, nós teríamos números muito piores”, destacou o Prefeito Bruno Covas em pronunciamento à imprensa no Palácio dos Bandeirantes.

Perfil da mortalidade

Entre as vítimas fatais, estão 1.066 homens e 759 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 74,7% das mortes.

Observando faixas etárias subdividas a cada dez anos, nota-se que a mortalidade é maior entre 70 e 79 anos (467 do total), seguida por 60-69 anos (406) e 80-89 (357). Também faleceram 135 pessoas com mais de 90 anos. Fora desse grupo de idosos, há também alta mortalidade entre pessoas de 50 a 59 anos (234 do total), seguida pelas faixas de 40 a 49 (138), 30 a 39 (66), 20 a 29 (16) e 10 a 19 (5), e um com menos de dez anos.

Os principais fatores de risco associados à mortalidade são cardiopatia (56,1% dos óbitos), diabetes mellitus (40,6%), pneumopatia (11,5%), doença renal (11,4%) e doença neurológica (10,5%). Outros fatores identificados são imunodepressão, obesidade, asma e doenças hematológica e hepática.

Esses fatores de risco foram identificados em 1.508 pessoas que faleceram por COVID-19 (82,6%) do total. A relação de casos e óbitos confirmados por cidade pode ser consultada em: https://www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/.

“Quero deixar uma mensagem de solidariedade aos familiares das pessoas que perderam suas vidas com o coronavírus ao longo deste período, é muito triste pra essas famílias terem perdido pais, irmãos, mães, avós, avôs, cunhados, pessoas próximas das suas famílias e não terem tido sequer oportunidade de se despedirem dessas pessoas, essa também é uma face triste do coronavírus”, disse o Governador João Doria na coletiva de imprensa desta segunda-feira.



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