NESTA QUINTA-FEIRA (20/02) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO NAS SEGUINTES VIAS:

RADAR 1 –AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (CENTRO/BAIRRO). VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA 60 KM;

RADAR 2 –AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (BAIRRO/CENTRO). VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA 60 KM;

RADAR 3 – RUA MIGUEL PETRONI (CENTRO/BAIRRO). VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA 50 KM;

O número de casos de dengue registrados no Brasil em 2019 foi o segundo mais alto da série histórica sobre a doença, segundo o Ministério da Saúde. Os dados, de janeiro a 7 de dezembro, apontam 1.527.119 notificações de casos prováveis, concentrados principalmente nas regiões Centro-Oeste e Sudeste. Conforme a pasta, 64,7% dos registros foram feitos nos Estados de Minas, Espírito Santo e São Paulo.

A série histórica do governo federal teve início em 1975. O ano passado está atrás somente de 2015, quando foi feito quase 1,7 milhão de registros da doença em todo o País. Mas superou as notificações dos anos de 2017 e 2018, que registraram 239.389 e 265.934 casos prováveis da doença, respectivamente.

“A gente atribui o alto número de casos a alguns fatores associados, como o fato de ser uma doença sazonal, o verão com temperaturas altas e regime de chuvas muito intenso e a alteração do sorotipo circulante no País. Desde 2010, as epidemias eram causadas pelos sorotipos 1 e 4. Tivemos uma alteração para o sorotipo 2 em 2018, principalmente nas regiões Centro-Oeste e Sudeste”, explica Rodrigo Said, coordenador-geral de Vigilância de Arboviroses do Ministério da Saúde. Segundo Said, o sorotipo 2 não circulava nessas regiões desde 2008.

Em 2019, 754 óbitos por dengue foram registrados ante 155 em 2018. Em 2017, foram 185 mortes. “A ocorrência do óbito por dengue está ligada a questões individuais, como a resposta do paciente à doença. Também tem fatores relacionados ao vírus. O vírus 2 que está circulando pode ocasionar apresentações mais graves e um número maior de óbitos. Além disso, em dengue, a literatura médica mostra que a segunda infecção (pela doença) pode ser mais grave do que a primeira.”

Said diz que o ministério e as secretarias estaduais e municipais desenvolvem ações para evitar a disseminação da dengue e das demais doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como zika e chikungunya. Mas destaca que a contribuição da população é fundamental. “A gente está em um período que é uma época da doença, que vai de dezembro a maio. O ministério tem desenvolvido várias atividades com as secretarias, de controle e pesquisa sobre o Aedes, mas precisamos mobilizar a nossa população para desenvolver ações efetivas para eliminação e redução dos criadouros dos mosquitos. Mais de 80% dos criadouros estão dentro das casas das pessoas. Se o agente faz a visita, é importante que as pessoas façam a ação de controle semanalmente”.



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