NESTA TERÇA-FEIRA (15/10) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1- AVENIDA GETÚLIO VARGAS (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 2 - AV.DR. HEITOR JOSÉ REALLI (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - RUA JOSÉ BONIFÁCIO X RUA 1º DE MAIO (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H.

 

As promotoras Estefânia Paulin e Flávia Merlini, da Promotoria de Enfrentamento à Violência Doméstica de Santo Amaro pediram à Justiça o arquivamento da investigação em que o jogador Neymar Junior era acusado de ter estuprado a modelo Nájila Trindade, em Paris, em maio deste ano. A 

 que em que as promotoras falaram sobre o caso, o subprocurador-geral de Justiça Criminal Mário Sarrubbo salientou que “assim que o Ministério Público tomou conhecimento do caso designou as promotoras para atuar. Vale aqui lembrar que casos que envolvem violência contra as mulheres são prioritários na instituição”. 

A promotora Flávia Merlini disse que “após mais de um mês de investigações policiais que foram acompanhadas pelo MPSP, não foram apresentadas provas suficientes de que houve estupro. O inquérito policial pode ser reaberto a qualquer momento, desde que surjam novas provas”. 

Estefânia Paulin ressaltou que a Promotoria de Enfrentamento à Violência Doméstica atuou no caso “pelo entendimento que o casal mantinha uma relação de afeto, mesmo que a distância e por troca de mensagens, como ficou demonstrado nos autos”. Ela também disse que “houve um relacionamento amoroso. O que não se comprovou é que houve violência no ato sexual”.

Os promotores Arthur Lemos Junior e Ricardo Silvares, ambos do Centro de Apoio Operacional Criminal (CAOCrim), acompanharam a coletiva. 



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