NESTA SEGUNDA-FEIRA (21/10) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - Av. Comendador Alfredo Maffei (bairro/centro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 2 - Av. Bruno Ruggiero Filho (shopping/rodovia) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H; 

RADAR 3 - Rua Miguel Petroni (bairro/rodovia) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

A confirmação da morte de 92 animais por raiva, de janeiro a junho deste ano no Estado de São Paulo, deve servir de alerta à população para certos cuidados de prevenção à doença. “Mesmo que não tenha qualquer registro em humanos, a raiva não tem cura e pode causar a morte em 100% dos casos”, diz o Biólogo Horácio Manuel Teles, membro do CRBio-01 – Conselho Regional de Biologia – 1ª Região (SP, MT e MS). Dos casos registrados no período, 73 foram com animais silvestres e 19 com cães e gatos. Causada pelo vírus do gênero Lyssavirus, a raiva é transmitida pela saliva de animais infectados. “Principalmente por meio de mordida, mas também por arranhões ou até mesmo lambidas”, explica o Biólogo.

Quem for atacado por algum animal deve procurar assistência médica imediatamente. Em caso de ferimento, dependendo da avaliação clínica, além da limpeza com água, sabão e produto antisséptico, pode-se ser aplicada uma vacina ou soro. Mas a prevenção ainda continua sendo o melhor remédio. “Principalmente para pessoas com risco mais alto de contaminação ou que estão sob risco permanente de infecção, é importante a vacinação antirrábica antes de qualquer situação que possa causar a transmissão. Além, claro, de obedecer a vacinação anual de cães e gatos”, completa o Biólogo.  Nos últimos 30 anos, o controle da raiva em cães e gatos reduziu significativamente taxa de mortalidade por raiva humana.

Após o período de incubação da doença, que tem uma média de 45 dias nos humanos, alguns dos sintomas da raiva são mal-estar geral, aumento de temperatura, dor de cabeça, dor de garganta, irritabilidade e sensação de angústia. “Mas os sintomas podem progredir para febre, delírios, espasmos musculares involuntários e também para convulsões, por exemplo”, lista o membro do CRBio-01. A pessoa se mantém consciente, com período de alucinações, até a instalação de quadro comatoso. A evolução de piora do quadro clínico, após o surgimento dos primeiros sinais e sintomas da doença, pode levar a pessoa a óbito num prazo de até 2 a 7 dias.  

 



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