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RADAR 2 – AVENIDA TRABALHADOR SÃO-CARLENSE (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H; 

RADAR 3 - RUA JOAQUIM RODRIGUES BRAVO (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H.

Sérgio Moro afirma que Jair Bolsonaro quis "fortalecê-lo" ao revelar que o indicaria para o Supremo. O ministro da Justiça e Segurança Pública foi entrevistado com exclusividade na Rádio Bandeirantes nesta quarta-feira. Segundo ele, nunca houve acerto com o presidente para integrar o governo em troca de uma futura vaga. Moro acha que a declaração de Bolsonaro também foi um gesto de gratidão por ele ter deixado a carreira de juiz.

Na entrevista exclusiva à Rádio Bandeirantes, Sérgio Moro voltou a defender a manutenção do Coaf no Ministério da Justiça e Segurança Pública. Ele esclareceu que não pediu para ter o controle o órgão, mas afirmou que com a mudança o conselho passou a ter mais relevância. Sérgio Moro disse que denúncias de vazamento que envolvem o Coaf nada têm a ver com o Ministério da Justiça e Segurança Pública. No entanto, admitiu que isso pode ter acontecido em qualquer outro órgão com acesso às informações.

Ao ser questionado sobre a condenação de Lula, Moro afirmou que não se arrepende de nenhuma decisão. Segundo ele, o ex-presidente se beneficiou da "captura" de estruturas estatais por "agentes públicos e políticos inescrupulosos".

Na entrevista, Sérgio Moro explicou que caberá ao Exército deixar claro o tipo de arma que as pessoas poderão comprar. Para o ministro da Justiça e Segurança Pública, ao ajustar o decreto editado duas semanas atrás, o governo mostra que é sensível a críticas.

Moro disse que não pretende se candidatar a presidente e que aceitou o desafio de ser ministro para consolidar avanços no combate à corrupção. Outra prioridade é enfrentar com mais eficácia o crime organizado - tarefa que, segundo ele, já começa a ter bons resultados. O ministro vê com naturalidade possíveis alterações no projeto anticrime, mas espera que a aprovação aconteça até junho, e sem a retirada de pontos essenciais.

Para Sérgio Moro, o Brasil padece "de um excesso de drama", com declarações "superdimensionadas" sem que exista um problema real. O ministro diz que é normal haver divergências entre o governo e o Congresso porque uma nova relação está sendo construída. Na entrevista exclusiva à Rádio Bandeirantes, ele ressaltou que o país também precisa entender que as manifestações fazem "parte do jogo".

Sérgio Moro conversou com os jornalistas José Paulo de Andrade, Rafael Colombo, Claudio Humberto e Thais Herédia no “Jornal Gente” desta quarta-feira. Ouça a entrevista na íntegra no site da Rádio Bandeirantes.



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