NA QUARTA-FEIRA (21/08) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS: 

RADAR 1 - Avenida João de Guzzi X Rua Marcos Vinicios de M. Moraes VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - Avenida Henrique Gregori (BAIRRO/SHOPPING) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - Avenida Henrique Gregori (SHOPPING/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H. 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, defendeu, nesta segunda-feira (6), que as empresas brasileiras contratem pessoas que cumprem pena ou que deixaram o sistema prisional.

De acordo com Moro, é importante que os empresários ofereçam oportunidades de emprego para essas pessoas como forma de ressocialização.

"Nós temos que acreditar na ressocialização do preso. Esse é um objetivo importante. Nós nunca podemos perder a fé e a esperança de que as pessoas podem se redimir. E uma das melhores maneiras é dar uma oportunidade para essas pessoas. Oportunidades que algumas não tiveram fora das prisões. E uma das maiores oportunidades é incentivar o trabalho dentro das prisões”, disse.

A fala foi dita pelo ministro durante a cerimônia de entrega do Selo Resgata a 198 empresas de 15 estados. Este selo, que foi lançado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública no fim de 2017, é uma estratégia federal de estímulo às empresas públicas e privadas, bem como a órgãos públicos e empreendimentos de economia solidária, para que contratem pessoas privadas de liberdade que estejam cumprindo penas alternativas ou que já tenham deixado o sistema prisional.

A contratação dessas pessoas é feita por meio de convênios que as empresas habilitadas a apoiar o trabalho de ressocialização assinam com os governos dos estados onde atuam.



Comentário(s) 

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leitor assíduo | 24 Maio 2018
Como economizaram? Receberam muito, demais e não fizeram mais que a obrigação em devolver parte dessa fortuna para ser usada em benefício da população. A camarazinha de São Carlos com seus vereadores omissos não faz jus ao quanto recebe anualmente. Impõem-se a redução do número de cadeiras e do salário dos edis(chamado de subsídio), porque vereança não é emprego, mas múnus social e político que deveria ser exercitado gratuitamente.